Poemas à flor da pele

A Poemas é tri!

soninha porto

CONCURSO PROJETO PAQUETÁ, A ILHA DA POESIA

Informação

CONCURSO PROJETO PAQUETÁ,  A ILHA DA POESIA

Escrever um poema, estilo livre, que será considerado o Poema Oficial do grande Projeto de Antonio Poeta, Glorinha Gaivota, Jl e Afonso Estebanez que estão engajados em transformar a Ilha de Paquetá, na Ilha da Poesia, viagem pessoal!

Site: http://paqueta-ilhadapoesia.blogspot.com/
Local: deixe seu poema aqui no site
Membros: 45
Última atividade: 1 Dez

Fórum de discussão

Rogerio Figueiredo

ODE A PAQUETA

Tuas manhãs são enebriantes, O sol escaldante, deixa minha pele como bronze As tardes mornas, aguçam meus delírios, E nas noites sem fim, cavalgo meus desejos. Teus caminhos que não levam a lugar ...

Iniciado por Rogerio Figueiredo 29 Nov.

Daniel Moreira

Ilha de Paquetá

Ilha de Paquetá, Lastro de terra entre o céu e o mar. Hospitaleiro refúgio de versos e flores, Amor sobre as ondas, biquinis a cores. Declamo tua geografia, És bela, um misto de realidade e fantas...

Iniciado por Daniel Moreira 29 Nov.

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soninha porto Comentário de soninha porto em 1 dezembro 2009 às 1:30
TÓPICO ENCERRADO!
Soena Monteiro de Oliveira Comentário de Soena Monteiro de Oliveira em 30 novembro 2009 às 22:21




ILHA DO POETAR

Curvas sinuosas
Delírio... Êxtase...
À noite formas iluminadas,
pela princesa da noite
lua cheia...

Beijos prateados
Namorados enroscados
Maresia em frenesi...

Poetas malucos,
Enfeitiçados
Corpos desnudos...
Vestidos de sonhos...

Aos poucos...
O astro rei vem te beijar...
Irá te inundar...
Com raios de ouro...

Teus amantes...
Estão dormindo...
Acorda!
É outro dia...

Dia de poetar
na Ilha de Paquetá...
Ela é para os poetas
como sol é para a lua...

Linda ilha...
Tens como protetor
O Cristo Redentor!


Cristal
Jorge Linhaça Comentário de Jorge Linhaça em 30 novembro 2009 às 16:13
A ILHA DOS AMORES
Jorge Linhaça

Ah, Paquetá, a ilha dos amores,
Onde o tempo parece parar;
Ond' o azul do céu e o verde do mar;
fazem sonhar e compor-te louvores

Ah, Paquetá, quando nascem as flores
Vem os poetas tu'alma beijar
Tecendo versos à luz do luar
Tentando cantar tod'os teus pendores

Hoje te fazes de Ilha poesia
Como se d'antes assim já não fosses
Ilha das pacas, tu és fantasia

Onde (re)mora a inspiração
Criando a paz, em versos tão doces
Que voam além, pel'imensidão
soninha porto Comentário de soninha porto em 30 novembro 2009 às 14:51
CONVITE AO AMOR

Ah, se fosse mesmo verdade,
Quando dizes em prosa e verso
Que, dentre poucos, eu mereço
Boa parte do teu coração...
Diz pra mim então, porque foges,
E não segues tua emoção?

Outras vezes também dizes,
Que sentes o muito que te encanto
Então porque nunca me atendes,
Quando mil vezes te chamo...
Pra enxugares meu pranto?

Não creio que fales sério!
Continuas pra mim um mistério
Que por mais que queira e tente,
Não consigo decifrar.

Tu és aquela que seduz e enfeitiça.
E depois se vai por aí, gargalhando,
Zombando daqueles que incendeias
Com os trejeitos e a magia das ciganas...

Diz-me o que queres que eu faça, claramente,
Que te ignores simplemeste, que não sinta
Tua presença constante em minha mente?
Mas como poderia eu fazer isso, de repente,
Se, indefeso, te amo assim, tão loucamente!?

Ou será que queres que eu aceite
Que nada mais somos além de paralelas
Que, lado a lado, caminhamos como irmãos;
E que depois abra o peito e solte um grito
Quando dizes que essas linhas assim serão
Sempre paralelas, que jamais se encontrarão
Nem mesmo no Infinito?

Não posso, não quero, me recuso e é por isso
Que venho te fazer, aqui e agora,
Um apelo derradeiro:
Vem, minha amada, viver comigo uma aventura.
Vida afora, sem destino, num veleiro.
Vamos viver juntos, um amor verdadeiro.
E verás que o calor do sol vai unir de vez
Os extremos daquelas paralelas.
A suave brisa do mar enternecerá teu coração.
O encanto das estrelas e o poder do luar
Afastarão de ti, pra sempre, teus temores.
E então, sem os grilhões dos teus medos,
Te sentirás livre e pronta,
Pra eternamente ME AMAR..


ANTÔNIO SEIXAS
janaína mateus de souzza Comentário de janaína mateus de souzza em 30 novembro 2009 às 11:03

Paquetá ilha dos sonhos poéticos


Ah bela paquetá, reduto dos magestosos poetas
Criação divina que nos deixa em festa
Seu encantado céu azul, é paz é beleza
Ah linda paquetá és de fato realeza


Nesta ilha hei de viver
Contemplar cada amanhecer
Os pássaros o sol o mar
E com meus versos simples te encantar


Ah paquetá dos meus sonhos
Dos poemas e poesias
Ilha cheia de encantos
Tua beleza irradia


Aqui me sinto feliz
Contemplando esta beleza
Pois aqui quero viver
Esquecer toda tristeza


Jana Souzza
Cesar Augusto Ribeiro Moura Comentário de Cesar Augusto Ribeiro Moura em 29 novembro 2009 às 22:57
Alegria é Paquetá


Veraneio em Paquetá
Sonhei que estava lá
Nesta ilha da fantasia,
O meu desejo é te tocar
Terra feita de poesia
Enfeita de alegria o coração da gente
Ilha do sol nascente.

As matas de suas vestes
Rimam com as palmeiras e o baobá
Ita no morro da moreninha
A praia minha é Imbuca.

Paquetá foi presente de Estácio de Sá
O alvará do príncipe regente fez desta ilha
A filha de uma terra diferente
Na Matriz do Bom Senhor Jesus do Monte
A minha alegria é Paquetá.




Cesar Moura
Fernanda Mothé (Dama da Poesia) Comentário de Fernanda Mothé (Dama da Poesia) em 29 novembro 2009 às 17:05

Paquetá: Ilha da Poesia

Ah Paquetá, terra de amores contidos
emanas vibrações de um passado guardado na memória
tuas trilhas revelam segredos vividos
sentimentos e fatos: fragmentos da história.

Suas águas calmas seduzem
Coração da Baía de Guanabara
Fonte de beleza rara
Paquetá dos sonhos que guardo
Nas noites adormeço em seus braços

Vou de encontro a ti em camarãs
Sentindo a brisa que me entorpece nas manhãs
A sombra do baobá me sento
E assim vou escrevendo seus encantos
Exaltando a paz em canto: pássaros em revoada.

Ah Paquetá , ilha da poesia
Paixão que me devora
Viver em ti é minha alegria
Paraíso onde o poeta mora
Sônia Rêgo Comentário de Sônia Rêgo em 29 novembro 2009 às 16:55
Meninos de Rua (p/ Samira Cigana)

Menino descalço que esmolas pelas ruas
Que será que tu procuras?
Dizes que queres uma moedinha
De qualquer valor...
Mas no teu semblante, esta claro.
Que tu precisas de amor...

Um lar te faria bem, não tens
Uma família perfeita, aceita?
Mas na perfeição da sociedade
Não cabe ninguém assim
A tua aparência confunde
A todos que passam com pressa
Enquanto vagueias pela cidade
querendo promessas...

Todos teem medo de ti
Não te perguntam, porque?
Quem te fez ficar assim?

Com sentimentos de culpa
Caminham cidadões apressados
Olham - te desconfiados
Ao te ver se aproximar
Menino descalço andrajoso
Com moedinhas nas mãos
Corres para comprar o pão
Que na nossa mesa não falta
Mas para ti, até a mesa é ausente
Buscas cheirar qualquer coisa
Para enganar tua fome
Que dilacera qualquer um
Mas ele não some
Desorientado, choras,gritas
E a vida segue
Será meu menino , que tu consegues??
Mário Nhardes Comentário de Mário Nhardes em 29 novembro 2009 às 11:15
Por que está
Esperando, sempre
Ao relento, a vida passar?
Por que está
Sentindo frio, sozinho,
Sem rumo, perdido?
Por que está
Sem saber aonde vai
Um caminho a trilhar?

Veja o sol a vibrar
Sentimentos que pulsam no ar
A brisa que nunca desistirá
O som que vem do mar
A poesia em todo lugar
Seu destino é Paquetá
Daniel Moreira Comentário de Daniel Moreira em 29 novembro 2009 às 3:33
Ilha de Paquetá

Ilha de Paquetá,
Lastro de terra entre o céu e o mar.
Hospitaleiro refúgio de versos e flores,
Amor sobre as ondas, biquinis a cores.

Declamo tua geografia,
És bela, um misto de realidade e fantasia.

Preservo-te, assim posso sonhar,
Amo-te, pois tua beleza é a musa dos meus versos.
Quero viver em ti, passear...
Um instante à versejar,
Encanto, magia, poesia.
Traduzem o que sinto quando estou lá,
A viver e sonhar em Paquetá!
 

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O HIV que você não vê (*)

No dia 1º de dezembro, o mundo inteiro prepara homenagens para lembrar os milhões de mortos pelo vírus HIV e, principalmente, a preocupação com a crescente contaminação da AIDS. No mundo, milhões de pessoas vivem com HIV. O vírus, conhecido inicialmente como aquele que atacava mais os homossexuais e os usuários de drogas injetáveis, quando foram descobertos os primeiros casos da moléstia, no final dos anos 70, em São Francisco (Estados Unidos), alastra-se cada vez mais. Os últimos relatórios do Programa Conjuntos das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), confirmam que todos são vulneráveis.
Não existe mais um único grupo de risco e todos são responsáveis pelo aumento do número de casos. Não basta usar a simbólica fitinha vermelha no dia 1º, adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU), após um encontro de ministros da saúde de 140 países, reunidos em Londres, em 1988, como o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Não basta mais chorar a perda dos nossos ídolos, conhecidos, amigos e amigas. É preciso despir-se do preconceito e da discriminação. Todos estão sujeitos a ser infectados pelo vírus. É preciso deixar de lados juízos parciais e a ignorância na divulgação dos estereótipos que marcaram a doença nos primeiros casos.
Hoje, existem os órfãos da AIDS, a quem devemos, no mínimo, emprestar solidariedade emocional e financeira pela omissão no início da descoberta da doença. Mas existem também as mulheres infectadas, os homens infectados, os usuários de drogas injetáveis, os transexuais, os jovens, os homossexuais, os heterossexuais e os casais pertencentes a relacionamentos monogâmicos. A única forma de prevenção a AIDS, conhecida até o momento, é o preservativo. E isso deve ser disseminado cada vez mais pela mídia, pelos formadores de opinião, pelas campanhas governamentais.
As formas de colaborar com a redução das pessoas infectadas pelo HIV são muitas e exigem, principalmente, uma maior ação ofensiva das três esferas de governo. Mas a nossa contribuição individual é decisiva. Como? Talvez colocando fim ao preconceito inicial da doença que matava mais rápido do que o vírus. Ou auxiliando mais os órgãos de apoio, como o Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA). Ou investindo não só na distribuição gratuita de medicamentos, como o conhecido coquetel, mas também oferecendo aos portadores do vírus uma vida com qualidade.
Quando se fala em vida com qualidade, é conveniente lembrar que devemos também combater o vírus da tristeza, que contamina o portador do HIV; o vírus da desesperança, que baixa as defesas do infectado ao descobrir tanta ignorância em sua volta. E, especialmente, o vírus da omissão, que está infectando muita gente em pleno século XXI. Devemos lutar e participar dos movimentos para discutir a epidemia e descobrir novas formas de prevenção, além de propagar o uso da camisinha.
Porque já choramos a morte de tantos, como Rock Hudson, Henfil, Lauro Corona, Cazuza, Fred Mercury; Cláudia Magno; Renato Russo; Herbert de Souza (o Betinho), Sandra Bréa, Caio Fernando de Abreu, entre tantos outros que nos trazem saudades. Como lembrou a Rita Lee na música “O Gosto do Azedo”: sou a dor da tortura, uma nova ditadura, terminal da loucura, sou o vírus sem cura, sou o HIV que você não vê, mas eu vejo você”. Está na hora de celebrar a vida e não a morte de tantos pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

Concurso de poesia de Natal


Poetas:
A Comunidade Poemas à Flor da Pele promove um concurso de poesias de Natal. Vejam os detalhes e participem

1. Tema: natal
- a poesia deve ser inédita
- tamanho não superior a um tópico do Orkut

2. Inscrições
2.1.Período de inscrições
01.12.09 à 15.12.09
2.2 Como se inscrever
Exclusivamente por e-mail enviado para o
endereçoconcursopoemasnatal@hotmail.com

3. Seleção
A escolha da poesia vencedora será feita por uma comissão de jurados que será preservada até o final do concurso e de conhecimento apenas da organização do concurso.

4. Informações
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=12590356&tid=5409913743499793121

Datas comemorativas do mês de dezembro


1º - Dia Internacional da Luta contra a AIDS
- Dia do Imigrante
02 - Dia Nacional do Samba
- Dia da Astronomia
- Dia Pan-americano da Saúde
- Dia Nacional das Relações Públicas
03 - Dia Internacional do Portador de Deficiência
04 - Dia da Propaganda
- Dia do Orientador Educacional
08 - Dia Mundial da Imaculada Conceição
- Dia da Família
- Dia da Justiça
09 - Dia da Criança Defeituosa
- Dia do Fonoaudiólogo
10 - Declaração Universal Direitos Humanos
- Dia Internacional dos Povos Indígenas
- Dia Universal do Palhaço
11 - Dia do Arquiteto
- Dia do Engenheiro
13 - Dia do Cego
- Dia do Marinheiro
- Dia do Ótico
- Dia de Santa Luzia
14 - Dia Nacional do Ministério Público
18 - Dia do Museólogo
21 - Dia do Atleta
22 - Início do verão
23 - Dia do Vizinho
24 - Dia do Órfão
25 - Natal
26 - Dia da Lembrança
28 - Dia do Salva-vidas
31 - Reveillon

Maria Flor da Pele (*)

Maria é uma mulher como outra qualquer. Não foge à regra e tem suas rotinas femininas. Acordar, entrar no banho, tomar um café requentado e passar, rapidamente, margarina na fatia de pão dormido, vestir-se, espremer-se dentro de um ônibus lotado e ir trabalhar. Nos horários de intervalo, corre para aproveitar o tempo. Desvia os olhos das vitrines que liquidam sonhos.
Apesar de cumprir com quase todos os afazeres femininos, Maria foge dos padrões estereotipados de mulher. Por isso, é diferente. Expõe os sentimentos. Não nega que vive equilibrando suas emoções. Fala abertamente de seus desencontros. E se precisar desafia, interroga, enfrenta, chora, berra ou sussurra.
Seu sobrenome é Flor da Pele. Seu hobby é ler e o lazer é participar de saraus. O seu trabalho pode ser a medicina, advocacia, a educação. Seu prazer é fazer poesias. Não para ganhar dinheiro, porque sabe da falta de incentivo para a cultura, mas por paixão. É só ter tempo livre e está teclando com pressa ou escrevendo em um pedaço qualquer de papel versos e rimas.
Essa Maria tem cabelos não muito curtos, ondulados, de cor clara, que prende com uma tiara combinando com a roupa. As suas vestes são um pouco escandalosas, ou melhor, autênticas. É que Maria aprendeu a diferença das palavras e autêntica é uma escandalosa que a gente gosta. Mostra unhas curtas, quase um pouco roídas. Mas sempre pintadas de esmaltes com cores vivas. E ao empinar bem os peitos firmes, afirma, provocando inveja nas outras: “são perfeitos, parecem duas bolas”.
Essa mulher poderosa, charmosa e esbanjando alegria, não resiste a um palco, ainda que não seja exatamente o tradicional. Essa mulher exibida, espetaculosa e que distribui simpatia, sabe declamar muito bem poesias. Essa mulher talentosa e que arranca aplausos, gosta de recitar poesias. E sempre que pode, decora as poesias da comunidade do Orkut “Poemas à Flor da Pele”.
Ela é especial. Poderia ser tantas Marias: Reginas, Helenas, Cristinas, Lúcias... Mas é Maria Flor da Pele, com orgulho. Tanto que anuncia bem alto a sua chegada. Ela é especial. Poderia ser tantas mulheres: indecisas, inseguras, audaciosas, tímidas... Mas é uma mulher que tem poema no seu olhar, no rebolar, no trajar, no perfumar. Com muita vaidade.
Maria Flor da Pele já foi Fernando Pessoa e agradou. É, com frequência Shakespeare, e ouve pedido de bis. É qualquer poeta quando se faz de Estátua Viva nas praças e parques de Porto Alegre, nas ruas de Bento Gonçalves ou praias do Rio de Janeiro.
É Maria por ser um nome quase universal e expressar o sentimento de qualquer mulher. E é Flor da Pele porque é a nova personagem criada pelo ator Marcos Bahrone para se apresentar nos eventos da comunidade “Poemas à Flor da Pele”. Um presente do talentoso Bahrone para as mulheres à flor da pele.
(*) escrito por Márcia Fernanda Peçanha Martins

Saia de saia (*)(**)

Hoje, coloque uma roupa
bem à vontade e saia.
Simplesmente, saia.
Por aí, sem medo.
Desfile como majestade
e convoque toda a laia.
Faça uma gandaia.
Mande até torpedo.
O que vale é se mostrar
com micro ou minissaia.
Vista-se de cobaia.
Escreva o enredo.
Não esconda suas formas
e silencie a vaia.
Fim da maracutaia
do corpo em segredo.
Ninguém tem dono aqui.
E nem lá na praia.
Saia desta tocaia.
Assuste o bruxaredo


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

(**) Em solidariedade às mulheres que já militaram, militam ou ainda precisarão militar pelo feminismo no país e apoio aos movimentos de protesto contra a selvageria praticada com a estudante da Uniban
 

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