Poemas à flor da pele

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Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa
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Eis-me cá, antes tarde que mais tarde. Grato por todos os convites.

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Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa

assassinato pela ordem



o soldado mira um alvo adiante
de um homem a roupa agora escarlate
o corpo inerte, jaz no chão inanimado
que honra haveria na batalha
se apenas um lado têm armas
o nome do massacre é assassinato
na iníqua e injusta ordem sustentado,
é a lei dos proprietários das vidas
de quem o ser… Continuar

Postado em 26 agosto 2009 às 14:00 ‚Äî

Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa

Seis são quatro

Se vem, se vá não
Tem dó no vanerão
Apenas só no tom
Ou tonal invernada
Das primas veras
Verônicas sustenidas

Postado em 5 agosto 2009 às 15:45 ‚Äî

Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa

Do totem no caminho do meio

Tá dito
Te falo
Ti_ara
To_tem
Tu tem

Postado em 5 agosto 2009 às 15:44 ‚Äî

Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa

Só para cinco segundas-feiras

Um tanto de atraso é prazo. Um tanto mais, já é arraso. Menos, é mais. Tudo em guerra ou pressa jaz, pouca chance à vida ou à paz

...
Muito mal, muito ruim, nada no protal é o fim, diz uma gerente de administração para mim... e outros como eu assim.

...

Postado em 3 agosto 2009 às 12:30 ‚Äî

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Às 19:01 em 25 outubro 2009, Ge Fazio disse...
Olá Adroaldo!
Entre em minha nova rede de amigos ning!
Beijos e luz sempre para vc!

http://gefazio.ning.com/profile/GeFazio
Às 12:35 em 16 julho 2009, Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa disse...
Dúvida certa, palavra com muito amor
Se a lua é mais próxima
muitas estrelas ofusca
e firme não se as pega
ainda que se queira,
seja o que se deseja

Penar e pensar e amar
Estar ansioso requer
preencher modo variado
um tempo nunca existente
que vazio não há ao cioso

Se a cravelha estica a corda
a saudade aperta a distância
desagradam-se as gentes
a mais amada inconstância

Sobre muros nem se está
é além amar, do horizonte
mesmo do mais próximo e belo

um coração longe bate firme
se pintasse telas, é sangue
se música fizesse, exangue

se teu aroma mais me chegasse
além da sentida lembrança...
Se tanto fosse eu senhor de mim

romperia o breu das cruzes
asas teria (e as tenho!por ti)
que sei não crer em ilusões
do tempo que impressiona

Sou, com certeza, apenas poema
Desejos meus à parte, sem arte
descarte a falte de sorte
não há, e é ainda pouca
embora insista, quem cria,
o tamanho real do universo amplia
Às 12:33 em 16 julho 2009, Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa disse...
Visite meu blog: Retorno Imperfeito
 
 

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Sagitariana (*)


Uma sagitariana
Tem ares de grande mulher
Teimosa, ousada
Atrevida...

Atrapalhada
Não se deixa vencer
Pelo cansaço
Não sabe ouvir não...

Vence as lágrimas
Que derrama por tudo
Com um riso no próximo minuto

E quando você pensa que ela
Está arrasada
Ressurge feito uma fênix
Perdidamente apaixonada
Pela vida

(*) Sirlei L. Passolongo
(**) peguei um poema da Sirlei, uma sagitariana, para homenagear estas belas mulheres sagitarianas

Dia 8 de dezembro de 1994, morria Tom Jobim


Triste é viver na solidão (*)

Águas de março (**)


É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira

Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira

É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho

No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando

É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama

É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José

É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão,

É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminhoresto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol

(*) brinquedo com a música Triste é viver na solidão

(**)Tom fez "Águas de Março " no sítio da família em Poço Fundo, Rio de Janeiro, em março de 1972. A propriedade estava passando por uma pequena reforma, que consistia basicamente no reforço de um muro. Chovia muito, e a estradinha que levava ao sítio estava enlameada. Neste ambiente de obra, chuva, e lama, Tom escreveu a letra e a música. No folheto que acompanhou a primeira gravação da música, lançada em um encarte da revista "O Pasquim" em 1972, Tom diz que foi inspirado pelos versos iniciais de Olavo Bilac em "O Caçador de Esmeraldas":

"Foi em março, ao findar das chuvas, quase à entrada
Do outono, quando a terra, em sede requeimada,
Bebera longamente as águas da estação
Que, em bandeira, buscando esmeraldas e prata
À frente dos peões filhos da rude mata

Fernão Dias Paes Leme entrou pelo sertão."

Dia 8 de dezembro de 1930, morria Florbela Espanca

Os versos que te fiz (*)(**)

Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer!
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.

Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder ...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer !

Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz!

Amo-te tanto ! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz!

(*) poesia de Florbela Espanca, poeta portuguesa (8 de dezembro de 1894 + 8 de dezembro de 1930)
(**) A homenagem foi feita por Sandra Antoniolli pelos 79 anos morte da mais bela flor do Alentejo...


A imagem que ilustra foi retirada da Internet (desconheço o autor), e mostra a estátua de Florbela Espanca, no Parque dos Poetas, em Vila Viçosa (Alentejo), Portugal

QUERIA...



















QUERIA...


"Queria nem sempre significa passado
Talvez, o imperfeito estado
Em que não se sabe ao certo
Se já se ia, continua ou vai se querer...

Queria, quando se refere ao amor,
É mais um sinal de impotência do que de desejo
É o presente gritando ao passado
O rompimento de algo que não se rompeu.

O ia que se foi
Antes do depois
Que se esperou por vir....

Queria, em alguns casos,
Nem deveria se derivar de verbo
Pois é o estado patético
De não se verbalizar...

Queria é camuflar o querer.
Verbo que nessa hora,
Mais que imperfeito se torna,
Pois não tenho você..." (Rose Felliciano)



*Mantenha a autoria do Poema*

*Imagem utilizada no Poema- desconheço a autoria.


Rose Felliciano


PALHAÇO





Palhaço

Cara esbranquiçada
provoca medo e riso,
cambaleia sem saída
nos enormes sapatos.

Gargalha a freguesia.

Coloridos pingentes
caem dos floreados laços,
dá cambalhotas,
senta e levanta
em desmedida alegria.

Sem borrar a boca vermelha
- aberta de orelha a orelha -.

Cabeleira postiça,
não esconde a careca
só a vida secreta
cheia de provação.

É minúsculo o chapéu,
cruzes negras nos olhos
escondem lágrimas,
só precisa alegrar o povaréu.

Faz rir,
faz chorar,
desperta o sono da criança,
o sonho da infância...

Percebe indiferentes almas,
fareja tristeza,
a inutilidade da fantasia
não engana a doença.

Insistente faz estrepolias,
provoca gargalhadas
desvia, tropeça
bate palmas.
Leva um pontapé
toma bolachada
e cai na solitária coxia.

O show da vida recomeça.





Soninha Porto


 

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