Poemas à flor da pele

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Branca Tirollo
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Escritora, Roteirista, Poeta, Atriz de Teatro

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Às 17:15 em 23 novembro 2009, soninha porto disse...
Querida você agora é uma dasmoderadras do site! Conto contigo para reunir pessoas da melhor qualidade, beijus.
Às 10:16 em 9 novembro 2009, luzimar xavier disse...
Meus queridos pais: torçamos o pepino, desde pequenino, para que não tenhamos que dar muitos ais. A você, Branca, com toda a admiração que lhe é merecida.
Às 11:29 em 8 novembro 2009, luzimar xavier disse...
MINHA QUERIDA POETISA... PORQUE AINDA NÃO ME ADICIONOU NO SEU ORKUT? ESSE PRAZER SERÁ QUE VAI DEMORAR MUITO?
Em 9:56pm on novembro 02, 2009, gladis cleonice veloso deble deu para Branca Tirollo um presente...
Olá Branca como vai? Estou retornando as atividades e com saudades... bjus
Da Loja de presentes
Às 23:30 em 15 setembro 2009, gladis cleonice veloso deble disse...
Bem vinda Branca
Que bom que me aceitou. Gosto de ler o que você escreve...
abraço!
Às 19:05 em 14 setembro 2009, Pedro Alves Fernandes disse...
Desculpe em primeiro lugar a falta de letras no meu texto. Não sei como acontece.
Gostaria de lhe mandar PPS meus , mas não sei para onde manda-los
Se tiver caixa postal, eu penso que aqui neste blog não posso pôr.
Às 19:00 em 14 setembro 2009, Pedro Alves Fernandes disse...
mais uma vez du-le s parabens. smrem uma boa
Rapsódia. nao é fácil encontrar alguem assim no Brasil. conheço muito brasleiro na europa, mas vejo que os bons mentoresestão no Brasil. quer ir um dia ao brasil e encontrar pessoas com sua essência...
Às 8:26 em 14 setembro 2009, Pedro Alves Fernandes disse...
Hoje estive um pouco tempo, para ler um pouco de todos. E li algumas coisas suas que pela sintaxe das palavras me transmite algo… É pena não a conhecer pessoalmente, pois respondia-lhe a algumas das suas interrogações (…) Ser feliz com o que se tem é uma Dádiva
«Ser feliz com o que se tem é uma Dádiva de Deus»
Bom… eu sou agnóstico!
- Nesta vida sempre caminhei em varias direcções… e religiões. Conheci, católicos, judeus, Muçulmanos e outras pequenas organizações fundamentalistas. Estive com vários mentores destas religiões na Europa. Em Londres, em vários pontos de Portugal e em Florença, Itália com a religião Budista que foi a que mais me marcou, apesar de nada ter com esta religião.
Depois de ler as suas convicções e de outras religiões anteriormente, cheguei a conclusão de escrever numa revista espanhola que:
A felicidade interna bruta não pode ser avaliada como a riqueza material:
A felicidade não tem qualquer cálculo ou estatística, resulta de impulsos sem qualquer contabilidade. - É difícil definir rigorosamente a felicidade, e ainda mais difícil definir medidas desta, - a não ser que tenhamos em conta factores fisiológicos e psicológicos e, dar-mos uma medida qualificativa de felicidade à pessoa que visualizamos.
- A felicidade é uma gama de emoções vindo do sistema neurológico nervoso que, produz a satisfação até à alegria intensa ou júbilo. Quando se diz que a economia vai mal, pode-se dizer que as peculiaridades anatómicas não vão bem, porque o ambiente tem circunstâncias e condições onde existe a aberração: esta faz com que a respiração e a circulação sanguínea, deixe o organismo desequilibrado, e num meio ambiente paradoxal.
– Ficamos fora da felicidade.
Daí se conclui: que, As metas que são interessantes para o sucesso não alcançam a felicidade por esta ser feita de pequenas coisas, a felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.

Espero que o texto com o meu enigma e o da felicidade não lhe canse a vista.
tenho a dar-lhe os parabens porque para mim, a sua é: a melhor escrita aqui.
Às 12:38 em 11 setembro 2009, Paulo Frias disse...
Olá Branca, é verdade. Estou terminando um trabalho - um conto, e também reescrevendo poesias antigas que estavam guardadas em um cd. Algumas estão boas, mas a maioria necessita de uma recauchutagem...rsrsrs. Mas assim que puder, estarei de volta. Gosto muito de vcs todos.
Às 9:27 em 6 setembro 2009, Pedro Alves Fernandes disse...
descupe os erros da escrita não são meus. são da Ning que me tira as letras
 
 

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soninha porto soninha porto criou esta rede social no Ning.

Últimas atividades

Mary Cely adicionou 2 postagens ao blog
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valeu, menina!!! muito bom!
9 horas atrás
não vi a imagem dois, não abriu aqui pra mim...espero que goste dos escritos bjs
10 horas atrás
ESPELHO Kedma O’liver Mira teu presente esqueça teu passado... Cada ruga dia de vitória Cada fio branco pensamentos e certezas Cada lágrima derramada momentos de solidão Cada sorriso conquistas Olhe para o futuro ele pode parecer distante mas ont...
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NEGRO CASTIGO Kedma O’liver Dá-me uma ajuda Não consigo me levantar Preciso de uma força Quero me alimentar Dias se passaram E nessa posição Fiquei atrofiado Pés presos ao chão Eles estavam amarrados Castigo de meu senhor Mesmo sendo injusto E...
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Fórum

Adroaldo Bauer Spíndola Corrêa

Ternura

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tecendo arte na rede

O HIV que você não vê (*)

No dia 1º de dezembro, o mundo inteiro prepara homenagens para lembrar os milhões de mortos pelo vírus HIV e, principalmente, a preocupação com a crescente contaminação da AIDS. No mundo, milhões de pessoas vivem com HIV. O vírus, conhecido inicialmente como aquele que atacava mais os homossexuais e os usuários de drogas injetáveis, quando foram descobertos os primeiros casos da moléstia, no final dos anos 70, em São Francisco (Estados Unidos), alastra-se cada vez mais. Os últimos relatórios do Programa Conjuntos das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), confirmam que todos são vulneráveis.
Não existe mais um único grupo de risco e todos são responsáveis pelo aumento do número de casos. Não basta usar a simbólica fitinha vermelha no dia 1º, adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU), após um encontro de ministros da saúde de 140 países, reunidos em Londres, em 1988, como o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Não basta mais chorar a perda dos nossos ídolos, conhecidos, amigos e amigas. É preciso despir-se do preconceito e da discriminação. Todos estão sujeitos a ser infectados pelo vírus. É preciso deixar de lados juízos parciais e a ignorância na divulgação dos estereótipos que marcaram a doença nos primeiros casos.
Hoje, existem os órfãos da AIDS, a quem devemos, no mínimo, emprestar solidariedade emocional e financeira pela omissão no início da descoberta da doença. Mas existem também as mulheres infectadas, os homens infectados, os usuários de drogas injetáveis, os transexuais, os jovens, os homossexuais, os heterossexuais e os casais pertencentes a relacionamentos monogâmicos. A única forma de prevenção a AIDS, conhecida até o momento, é o preservativo. E isso deve ser disseminado cada vez mais pela mídia, pelos formadores de opinião, pelas campanhas governamentais.
As formas de colaborar com a redução das pessoas infectadas pelo HIV são muitas e exigem, principalmente, uma maior ação ofensiva das três esferas de governo. Mas a nossa contribuição individual é decisiva. Como? Talvez colocando fim ao preconceito inicial da doença que matava mais rápido do que o vírus. Ou auxiliando mais os órgãos de apoio, como o Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA). Ou investindo não só na distribuição gratuita de medicamentos, como o conhecido coquetel, mas também oferecendo aos portadores do vírus uma vida com qualidade.
Quando se fala em vida com qualidade, é conveniente lembrar que devemos também combater o vírus da tristeza, que contamina o portador do HIV; o vírus da desesperança, que baixa as defesas do infectado ao descobrir tanta ignorância em sua volta. E, especialmente, o vírus da omissão, que está infectando muita gente em pleno século XXI. Devemos lutar e participar dos movimentos para discutir a epidemia e descobrir novas formas de prevenção, além de propagar o uso da camisinha.
Porque já choramos a morte de tantos, como Rock Hudson, Henfil, Lauro Corona, Cazuza, Fred Mercury; Cláudia Magno; Renato Russo; Herbert de Souza (o Betinho), Sandra Bréa, Caio Fernando de Abreu, entre tantos outros que nos trazem saudades. Como lembrou a Rita Lee na música “O Gosto do Azedo”: sou a dor da tortura, uma nova ditadura, terminal da loucura, sou o vírus sem cura, sou o HIV que você não vê, mas eu vejo você”. Está na hora de celebrar a vida e não a morte de tantos pela Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

Concurso de poesia de Natal


Poetas:
A Comunidade Poemas à Flor da Pele promove um concurso de poesias de Natal. Vejam os detalhes e participem

1. Tema: natal
- a poesia deve ser inédita
- tamanho não superior a um tópico do Orkut

2. Inscrições
2.1.Período de inscrições
01.12.09 à 15.12.09
2.2 Como se inscrever
Exclusivamente por e-mail enviado para o
endereçoconcursopoemasnatal@hotmail.com

3. Seleção
A escolha da poesia vencedora será feita por uma comissão de jurados que será preservada até o final do concurso e de conhecimento apenas da organização do concurso.

4. Informações
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=12590356&tid=5409913743499793121

Datas comemorativas do mês de dezembro


1º - Dia Internacional da Luta contra a AIDS
- Dia do Imigrante
02 - Dia Nacional do Samba
- Dia da Astronomia
- Dia Pan-americano da Saúde
- Dia Nacional das Relações Públicas
03 - Dia Internacional do Portador de Deficiência
04 - Dia da Propaganda
- Dia do Orientador Educacional
08 - Dia Mundial da Imaculada Conceição
- Dia da Família
- Dia da Justiça
09 - Dia da Criança Defeituosa
- Dia do Fonoaudiólogo
10 - Declaração Universal Direitos Humanos
- Dia Internacional dos Povos Indígenas
- Dia Universal do Palhaço
11 - Dia do Arquiteto
- Dia do Engenheiro
13 - Dia do Cego
- Dia do Marinheiro
- Dia do Ótico
- Dia de Santa Luzia
14 - Dia Nacional do Ministério Público
18 - Dia do Museólogo
21 - Dia do Atleta
22 - Início do verão
23 - Dia do Vizinho
24 - Dia do Órfão
25 - Natal
26 - Dia da Lembrança
28 - Dia do Salva-vidas
31 - Reveillon

Maria Flor da Pele (*)

Maria é uma mulher como outra qualquer. Não foge à regra e tem suas rotinas femininas. Acordar, entrar no banho, tomar um café requentado e passar, rapidamente, margarina na fatia de pão dormido, vestir-se, espremer-se dentro de um ônibus lotado e ir trabalhar. Nos horários de intervalo, corre para aproveitar o tempo. Desvia os olhos das vitrines que liquidam sonhos.
Apesar de cumprir com quase todos os afazeres femininos, Maria foge dos padrões estereotipados de mulher. Por isso, é diferente. Expõe os sentimentos. Não nega que vive equilibrando suas emoções. Fala abertamente de seus desencontros. E se precisar desafia, interroga, enfrenta, chora, berra ou sussurra.
Seu sobrenome é Flor da Pele. Seu hobby é ler e o lazer é participar de saraus. O seu trabalho pode ser a medicina, advocacia, a educação. Seu prazer é fazer poesias. Não para ganhar dinheiro, porque sabe da falta de incentivo para a cultura, mas por paixão. É só ter tempo livre e está teclando com pressa ou escrevendo em um pedaço qualquer de papel versos e rimas.
Essa Maria tem cabelos não muito curtos, ondulados, de cor clara, que prende com uma tiara combinando com a roupa. As suas vestes são um pouco escandalosas, ou melhor, autênticas. É que Maria aprendeu a diferença das palavras e autêntica é uma escandalosa que a gente gosta. Mostra unhas curtas, quase um pouco roídas. Mas sempre pintadas de esmaltes com cores vivas. E ao empinar bem os peitos firmes, afirma, provocando inveja nas outras: “são perfeitos, parecem duas bolas”.
Essa mulher poderosa, charmosa e esbanjando alegria, não resiste a um palco, ainda que não seja exatamente o tradicional. Essa mulher exibida, espetaculosa e que distribui simpatia, sabe declamar muito bem poesias. Essa mulher talentosa e que arranca aplausos, gosta de recitar poesias. E sempre que pode, decora as poesias da comunidade do Orkut “Poemas à Flor da Pele”.
Ela é especial. Poderia ser tantas Marias: Reginas, Helenas, Cristinas, Lúcias... Mas é Maria Flor da Pele, com orgulho. Tanto que anuncia bem alto a sua chegada. Ela é especial. Poderia ser tantas mulheres: indecisas, inseguras, audaciosas, tímidas... Mas é uma mulher que tem poema no seu olhar, no rebolar, no trajar, no perfumar. Com muita vaidade.
Maria Flor da Pele já foi Fernando Pessoa e agradou. É, com frequência Shakespeare, e ouve pedido de bis. É qualquer poeta quando se faz de Estátua Viva nas praças e parques de Porto Alegre, nas ruas de Bento Gonçalves ou praias do Rio de Janeiro.
É Maria por ser um nome quase universal e expressar o sentimento de qualquer mulher. E é Flor da Pele porque é a nova personagem criada pelo ator Marcos Bahrone para se apresentar nos eventos da comunidade “Poemas à Flor da Pele”. Um presente do talentoso Bahrone para as mulheres à flor da pele.
(*) escrito por Márcia Fernanda Peçanha Martins

Saia de saia (*)(**)

Hoje, coloque uma roupa
bem à vontade e saia.
Simplesmente, saia.
Por aí, sem medo.
Desfile como majestade
e convoque toda a laia.
Faça uma gandaia.
Mande até torpedo.
O que vale é se mostrar
com micro ou minissaia.
Vista-se de cobaia.
Escreva o enredo.
Não esconda suas formas
e silencie a vaia.
Fim da maracutaia
do corpo em segredo.
Ninguém tem dono aqui.
E nem lá na praia.
Saia desta tocaia.
Assuste o bruxaredo


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

(**) Em solidariedade às mulheres que já militaram, militam ou ainda precisarão militar pelo feminismo no país e apoio aos movimentos de protesto contra a selvageria praticada com a estudante da Uniban
 

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