Poemas à flor da pele

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Doroty Dimolitsas
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Doroty Dimolitsas

Tempo.


Na calçada de pedra da minha rua Nasceu uma roseira, com cuidado eu a vigiava
Admirava a beleza simples
que no cascalho ela surgiu.

Na manhã de um belo dia de sol,
Ela brotou, e sua cria era uma rosa,
Suas pétalas fosforescentes
Brilhavam sorrindo para o sol
Era uma linda rosa azul .
Dora Dimolitsas
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Postado em 31 dezembro 2008 às 2:00 ‚Äî 1 Comentário

Caixa de Recados (36 comentários)

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Às 17:45 em 22 outubro 2009, fátima queiroz disse...
bjs doraaaaaa
Em 11:18pm on outubro 21, 2009, Ge Fazio deu para Doroty Dimolitsas um presente...
Oi amiga!!! O meu carinho sempre por vc ! Beijossssssssss
Da Loja de presentes
Às 16:38 em 18 outubro 2009, Regina disse...
Quando explodem as estrelas...

Quando vens e me tocas com suavidade,
Fazendo eclodir em meu corpo
As mais profanas vontades
Deixas em minha pele um doce aroma,
De tuas mãos macias,
Do teu corpo que me inflama...
E estrelas explodem em mim.

Regina Xavier
Às 16:37 em 18 outubro 2009, Regina disse...
Ser Jovem

Ser jovem é ser pleno, ser inteiro.
Cultivar nos olhos
O brilho das estrelas
E o universo inteiro..
É chorar com uma triste melodia,
Ficar eufórico sem motivo
E viver de fantasia.
É ter uma vida inteira pela frente,
Ultrapassar limites,
Beber cada gota do tempo presente.
Chorar sem razão
Amar com intensidade
Usar sempre o coração,
Acreditar na eternidade.

Regina Xavier
Às 14:13 em 29 setembro 2009, ANTOLOGIA ALMA BRASILEIRA disse...
É isso amiga vamos nos unir pela paz .
A poesia é um dos caminhos para que possamos com nossa inspiração sermos um instrumento nas mãos de Deus para proclamar a união de todos os Estados Brasileiros .
É como eu sempre digo.

"A poesia é o alimento da Alma Brasileira e os Poetas são a essência que fortalece o espiríto da Literatura"
Sandra L.Stabile

Este é o slogam do Projeto Antologia Alma Brasileira ;ao divulgar por favor manter o nome do autor.
Obrigada Deus abençõe a todos

Sandra L.Stabile
Salvador-Ba
Às 15:56 em 27 setembro 2009, gerson rodrigues disse...
Ola Dora minha querida amiga! Tudo bem com voce? Eu estou bem gracas a Deus! Sempre me sinto muito feliz quando 'te vejo' por aqui ou nas paginas que visito, e agradeco imensamente as mensagens e tambem os convites enviados, muito embora ainda nao tenha ''participado assiduamente'', ... rsss, creio que o sera em uma breve e futura oportunidade. Fica com o meu carinho! Felicidades assim ó, ... de montao! Gerson
Às 1:05 em 26 setembro 2009, Poeta Malume do Brasil disse...
Olá Dora, obrigado por seu lindo poema, parabéns! do amigo, poeta Malume.
Às 2:37 em 25 setembro 2009, Valdemir Ap. Fernandes de Barros disse...
Boa Noite Doraty obrigado pelo carinho adorei o poema é belíssimo parabéns pelo seu trabalho.


Bjos no coração.
Valdemir
Às 23:18 em 24 setembro 2009, Walnélia Pederneiras disse...
Lindo poema,querida Doroty.
Beijos com carinho,

Walnélia
Às 21:58 em 24 setembro 2009, ANTOLOGIA ALMA BRASILEIRA disse...
Minha flor a Antologia esta fazendo sucesso pelo Brasil estou super feliz ,valeu a pena ter pago para reeditar .
Coloquei o livro nesse site que é uma benção de Deus e lá eles vendem mais barato que na livraria veja o endereço e use ele tbem
http://www.trocandolivros.com.br/
bjão te amo em Cristo minha Anja e amiga do coração .
É sempre uma alegria pra mim ler suas mensagens com seus lindos poemas.
Que o Espirito Santo te ilumine e cubra de bençãos.
Beijos

Sandra Stabile
 
 

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Maria Flor da Pele (*)

Maria é uma mulher como outra qualquer. Não foge à regra e tem suas rotinas femininas. Acordar, entrar no banho, tomar um café requentado e passar, rapidamente, margarina na fatia de pão dormido, vestir-se, espremer-se dentro de um ônibus lotado e ir trabalhar. Nos horários de intervalo, corre para aproveitar o tempo. Desvia os olhos das vitrines que liquidam sonhos.
Apesar de cumprir com quase todos os afazeres femininos, Maria foge dos padrões estereotipados de mulher. Por isso, é diferente. Expõe os sentimentos. Não nega que vive equilibrando suas emoções. Fala abertamente de seus desencontros. E se precisar desafia, interroga, enfrenta, chora, berra ou sussurra.
Seu sobrenome é Flor da Pele. Seu hobby é ler e o lazer é participar de saraus. O seu trabalho pode ser a medicina, advocacia, a educação. Seu prazer é fazer poesias. Não para ganhar dinheiro, porque sabe da falta de incentivo para a cultura, mas por paixão. É só ter tempo livre e está teclando com pressa ou escrevendo em um pedaço qualquer de papel versos e rimas.
Essa Maria tem cabelos não muito curtos, ondulados, de cor clara, que prende com uma tiara combinando com a roupa. As suas vestes são um pouco escandalosas, ou melhor, autênticas. É que Maria aprendeu a diferença das palavras e autêntica é uma escandalosa que a gente gosta. Mostra unhas curtas, quase um pouco roídas. Mas sempre pintadas de esmaltes com cores vivas. E ao empinar bem os peitos firmes, afirma, provocando inveja nas outras: “são perfeitos, parecem duas bolas”.
Essa mulher poderosa, charmosa e esbanjando alegria, não resiste a um palco, ainda que não seja exatamente o tradicional. Essa mulher exibida, espetaculosa e que distribui simpatia, sabe declamar muito bem poesias. Essa mulher talentosa e que arranca aplausos, gosta de recitar poesias. E sempre que pode, decora as poesias da comunidade do Orkut “Poemas à Flor da Pele”.
Ela é especial. Poderia ser tantas Marias: Reginas, Helenas, Cristinas, Lúcias... Mas é Maria Flor da Pele, com orgulho. Tanto que anuncia bem alto a sua chegada. Ela é especial. Poderia ser tantas mulheres: indecisas, inseguras, audaciosas, tímidas... Mas é uma mulher que tem poema no seu olhar, no rebolar, no trajar, no perfumar. Com muita vaidade.
Maria Flor da Pele já foi Fernando Pessoa e agradou. É, com frequência Shakespeare, e ouve pedido de bis. É qualquer poeta quando se faz de Estátua Viva nas praças e parques de Porto Alegre, nas ruas de Bento Gonçalves ou praias do Rio de Janeiro.
É Maria por ser um nome quase universal e expressar o sentimento de qualquer mulher. E é Flor da Pele porque é a nova personagem criada pelo ator Marcos Bahrone para se apresentar nos eventos da comunidade “Poemas à Flor da Pele”. Um presente do talentoso Bahrone para as mulheres à flor da pele.
(*) escrito por Márcia Fernanda Peçanha Martins

Saia de saia (*)(**)

Hoje, coloque uma roupa
bem à vontade e saia.
Simplesmente, saia.
Por aí, sem medo.
Desfile como majestade
e convoque toda a laia.
Faça uma gandaia.
Mande até torpedo.
O que vale é se mostrar
com micro ou minissaia.
Vista-se de cobaia.
Escreva o enredo.
Não esconda suas formas
e silencie a vaia.
Fim da maracutaia
do corpo em segredo.
Ninguém tem dono aqui.
E nem lá na praia.
Saia desta tocaia.
Assuste o bruxaredo


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

(**) Em solidariedade às mulheres que já militaram, militam ou ainda precisarão militar pelo feminismo no país e apoio aos movimentos de protesto contra a selvageria praticada com a estudante da Uniban

Apenas um sonho (*)


Vivendo lado a lado contigo
Andávamos de mãos dadas
E nossas almas apaixonadas
Moravam em si, num abrigo

Colhíamos sorrisos no vento
Sementes de amor e alegria
Com a mesma pena, poesia
Inspirados a todo momento

Num laço lindo, tão perfeito
Rolávamos em nosso leito
Amando-nos, tínhamos paz

Eis que um vento com efeito
Desperta-me; a cena desfaz
Era apenas sonho, nada mais...

(Lena Ferreira)

Dia de Finados, 2 de novembro


Isto é saudade (*)

Não te sentir na sala
a cuidar meus passos,
é ficar sem norte.
Isto é saudade.
Não te ceder à mala
e ajeitar teus espaços,
é falta de sorte.
Isto é saudade.

Não ouvir a tua voz
a acalentar meu rumo,
andar sem suporte.
Isto é saudade.
Não esperar por nós
para escrever o resumo,
é não ter aporte.
Isto é saudade.

Não ter teu carinho
a sussurar sentimentos
é quase um corte.
Isto é saudade.
Não tomar um vinho
com os primeiros ventos
me deixa sem porte.
Isto é saudade.

(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins, para o meu irmão que me dói sempre de tanta saudade

Dia de Finados, 2 de novembro

Finados (*)

Eu me lembro da infância...sempre o vento
nesse dia das almas, a silenciar o meu quintal,
flores recolhidas antes de o sol se pôr, atento
cessavam os risos, as vidas saiam do original.

Abraçávamos os colos que nos davam, intrigados
com aqueles olhos que se perdiam num sem-fim,
era um dia solene, separando e dividindo mundos
vivos e mortos se confundiam, tristes, em mim.

Dos cemitérios não sei, não me levavam
mas guardo os cânticos em latim e a cor roxa
e um ritual de velas e orações é que ficaram...

O mesmo vento ainda vêm rondar a minha vida,
das minhas cenas já se foram " almas queridas,
"só hoje entendo, " olhares de vazios'...."

Ana Luiza (coisas de Ana)
 

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