Poemas à flor da pele

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Fernanda Mothé (Dama da Poesia)
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Escrever um poema, estilo livre, que será considerado o Poema Oficial do grande Projeto de Antonio Poeta, Glorinha Gaivota, Jl e Afonso Estebanez que estão engajados em transformar a Ilha de Paquetá, na Ilha da Poesia, viagem pessoal!
22 horas atrás
aDOREI QUERIDA A BELA CONSTRUÇÃO QUE FEZ SOBRE ESTE TEMA, DE FATO NÃO EXISTEM PESSOAS QUE NÃO TENHAM SOFRIDOS TRAUMAS EM SEU PASSADO...HÁ PESSOAS QUE SOUBERAM TIRAR DELES O MELHOR PROVEITO...TRAZENDO ENSINAMENTOS PARA A VIDA SE FAZENDO MELHORES......
22 horas atrás
Fernanda Mothé (Dama da Poesia) adicionou 3 postagens ao blog
22 horas atrás
Da Loja de presentes
novembro 19
novembro 15
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outubro 31
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outubro 26
outubro 23
Lindo ! Uma verdadeira explosão de sentimentos e sensualidade.
outubro 23
oi bom dia ai esta minha foto gostaria de poder falar mas com vc um grande beijo
outubro 22
outubro 21
outubro 21
outubro 21
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outubro 21
Fernanda Mothé (Dama da Poesia) é agora um membro de Poemas à flor da pele
outubro 21

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Eterna aprendiz das letras
Atualmente faço parte do Recanto das letras com o codinome" Dama da Poesia", no qual publico meus textos

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Blog de Fernanda Mothé (Dama da Poesia)

Fernanda Mothé (Dama da Poesia)

ROSA DA NOITE



ROSA DA NOITE

Rosa da noite, vermelho carmim...
que vagueia nos becos da escuridão medonha
Seu andar ritmado, olhar vibrante
num vestido que no corpo se faz insinuante
Um requebrado provocante
Prende olhares, amores incendeia
Todas as noites pelas ruas passeia
Uma rosa, delicada e radian… Continuar

Postado em 28 novembro 2009 às 16:07 ‚Äî

Fernanda Mothé (Dama da Poesia)

POESIA CONCRETA



POESIA CONCRETA

Semblante em harmonia suprema
vestes que lhe cobrem a alma liberta
Deusa imortal de um mundo paralelo
Vagueias entre a realidade e a imaginação
entre quimeras de paixão
Sonho e divina fantasia
mera ilusão...do poeta a nostalgia
Cobres de delírios
em todos os desejos
na esperança de provar-te o b… Continuar

Postado em 28 novembro 2009 às 16:00 ‚Äî

Fernanda Mothé (Dama da Poesia)

LOUCURA



LOUCURA


Loucura...
É fugir da realidade
e desta forma não ter vontade
ofuscar-se da sensibilidade


Loucura.… Continuar

Postado em 28 novembro 2009 às 15:56 ‚Äî

Fernanda Mothé (Dama da Poesia)

SOMENTE LÁGRIMAS

SOMENTE LÁGRIMAS


SOMENTE LÁGRIMAS

Gotas de meu íntimo
que derramei incessante
revelam a tristeza e o medo
das ilusões que amarguei
Tempos de outrora...minhas derrotas!
Lágrimas de minha alma carente
dos sonhos que de mim se faz ausente
Apenas sofri: chorei!
Derramei rios de emoções
de minhas infi… Continuar

Postado em 31 outubro 2009 às 23:48 ‚Äî

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Em 6:24pm on novembro 19, 2009, lcss33 deu para Fernanda Mothé (Dama da Poesia) um presente...
Oi conterrânea,adoro mulheres românticas.Seremos bons amigos.
Da Loja de presentes
 
 

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Soena Monteiro de Oliveira adicionou uma postagem no blog
(Imagem da internet) Turbilhão de pensamentos Guerra mental Comunicação experimental! Aluna da vida Procurei nas vias O caminho para te encontrar... Ensina-me! Estou aflita para aprender encontrar a entrada da tua alma... Insensivelmente inse...
5 minutos atrás
8 minutos atrás
17 minutos atrás
21 minutos atrás
2 membros atualizaram as fotos nos perfis
22 minutos atrás
PAQUETÁ ILHA DOS SONHOS POÉTICOS AH BELA PAQUETÁ, REDUTO DOS MAGESTOSOS POETAS CRIANÇÃO DIVINA QUE NOS DEIXA EM FESTA SEU ENCANTADO CÉU AZUL É PAZ É BELEZA AH LINDA PAQUETÁ ÉS DE FATO REALEZA NESSA ILHA LINDA HEI DE VIVER CONTEMPLAR CADA AMANHE...
28 minutos atrás
Escrever um poema, estilo livre, que será considerado o Poema Oficial do grande Projeto de Antonio Poeta, Glorinha Gaivota, Jl e Afonso Estebanez que estão engajados em transformar a Ilha de Paquetá, na Ilha da Poesia, viagem pessoal!
38 minutos atrás
40 minutos atrás

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Iniciado por Tania Tome em OPINIÃO 27 Nov.

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Cemitério de futilidades 4 respostas 

Iniciado por Raphael Pacheco Seabra em Só Poesia.... Última resposta de Raphael Pacheco Seabra 24 Nov.

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Maria Flor da Pele (*)

Maria é uma mulher como outra qualquer. Não foge à regra e tem suas rotinas femininas. Acordar, entrar no banho, tomar um café requentado e passar, rapidamente, margarina na fatia de pão dormido, vestir-se, espremer-se dentro de um ônibus lotado e ir trabalhar. Nos horários de intervalo, corre para aproveitar o tempo. Desvia os olhos das vitrines que liquidam sonhos.
Apesar de cumprir com quase todos os afazeres femininos, Maria foge dos padrões estereotipados de mulher. Por isso, é diferente. Expõe os sentimentos. Não nega que vive equilibrando suas emoções. Fala abertamente de seus desencontros. E se precisar desafia, interroga, enfrenta, chora, berra ou sussurra.
Seu sobrenome é Flor da Pele. Seu hobby é ler e o lazer é participar de saraus. O seu trabalho pode ser a medicina, advocacia, a educação. Seu prazer é fazer poesias. Não para ganhar dinheiro, porque sabe da falta de incentivo para a cultura, mas por paixão. É só ter tempo livre e está teclando com pressa ou escrevendo em um pedaço qualquer de papel versos e rimas.
Essa Maria tem cabelos não muito curtos, ondulados, de cor clara, que prende com uma tiara combinando com a roupa. As suas vestes são um pouco escandalosas, ou melhor, autênticas. É que Maria aprendeu a diferença das palavras e autêntica é uma escandalosa que a gente gosta. Mostra unhas curtas, quase um pouco roídas. Mas sempre pintadas de esmaltes com cores vivas. E ao empinar bem os peitos firmes, afirma, provocando inveja nas outras: “são perfeitos, parecem duas bolas”.
Essa mulher poderosa, charmosa e esbanjando alegria, não resiste a um palco, ainda que não seja exatamente o tradicional. Essa mulher exibida, espetaculosa e que distribui simpatia, sabe declamar muito bem poesias. Essa mulher talentosa e que arranca aplausos, gosta de recitar poesias. E sempre que pode, decora as poesias da comunidade do Orkut “Poemas à Flor da Pele”.
Ela é especial. Poderia ser tantas Marias: Reginas, Helenas, Cristinas, Lúcias... Mas é Maria Flor da Pele, com orgulho. Tanto que anuncia bem alto a sua chegada. Ela é especial. Poderia ser tantas mulheres: indecisas, inseguras, audaciosas, tímidas... Mas é uma mulher que tem poema no seu olhar, no rebolar, no trajar, no perfumar. Com muita vaidade.
Maria Flor da Pele já foi Fernando Pessoa e agradou. É, com frequência Shakespeare, e ouve pedido de bis. É qualquer poeta quando se faz de Estátua Viva nas praças e parques de Porto Alegre, nas ruas de Bento Gonçalves ou praias do Rio de Janeiro.
É Maria por ser um nome quase universal e expressar o sentimento de qualquer mulher. E é Flor da Pele porque é a nova personagem criada pelo ator Marcos Bahrone para se apresentar nos eventos da comunidade “Poemas à Flor da Pele”. Um presente do talentoso Bahrone para as mulheres à flor da pele.
(*) escrito por Márcia Fernanda Peçanha Martins

Saia de saia (*)(**)

Hoje, coloque uma roupa
bem à vontade e saia.
Simplesmente, saia.
Por aí, sem medo.
Desfile como majestade
e convoque toda a laia.
Faça uma gandaia.
Mande até torpedo.
O que vale é se mostrar
com micro ou minissaia.
Vista-se de cobaia.
Escreva o enredo.
Não esconda suas formas
e silencie a vaia.
Fim da maracutaia
do corpo em segredo.
Ninguém tem dono aqui.
E nem lá na praia.
Saia desta tocaia.
Assuste o bruxaredo


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

(**) Em solidariedade às mulheres que já militaram, militam ou ainda precisarão militar pelo feminismo no país e apoio aos movimentos de protesto contra a selvageria praticada com a estudante da Uniban

Apenas um sonho (*)


Vivendo lado a lado contigo
Andávamos de mãos dadas
E nossas almas apaixonadas
Moravam em si, num abrigo

Colhíamos sorrisos no vento
Sementes de amor e alegria
Com a mesma pena, poesia
Inspirados a todo momento

Num laço lindo, tão perfeito
Rolávamos em nosso leito
Amando-nos, tínhamos paz

Eis que um vento com efeito
Desperta-me; a cena desfaz
Era apenas sonho, nada mais...

(Lena Ferreira)

Dia de Finados, 2 de novembro


Isto é saudade (*)

Não te sentir na sala
a cuidar meus passos,
é ficar sem norte.
Isto é saudade.
Não te ceder à mala
e ajeitar teus espaços,
é falta de sorte.
Isto é saudade.

Não ouvir a tua voz
a acalentar meu rumo,
andar sem suporte.
Isto é saudade.
Não esperar por nós
para escrever o resumo,
é não ter aporte.
Isto é saudade.

Não ter teu carinho
a sussurar sentimentos
é quase um corte.
Isto é saudade.
Não tomar um vinho
com os primeiros ventos
me deixa sem porte.
Isto é saudade.

(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins, para o meu irmão que me dói sempre de tanta saudade

Dia de Finados, 2 de novembro

Finados (*)

Eu me lembro da infância...sempre o vento
nesse dia das almas, a silenciar o meu quintal,
flores recolhidas antes de o sol se pôr, atento
cessavam os risos, as vidas saiam do original.

Abraçávamos os colos que nos davam, intrigados
com aqueles olhos que se perdiam num sem-fim,
era um dia solene, separando e dividindo mundos
vivos e mortos se confundiam, tristes, em mim.

Dos cemitérios não sei, não me levavam
mas guardo os cânticos em latim e a cor roxa
e um ritual de velas e orações é que ficaram...

O mesmo vento ainda vêm rondar a minha vida,
das minhas cenas já se foram " almas queridas,
"só hoje entendo, " olhares de vazios'...."

Ana Luiza (coisas de Ana)
 

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