Poemas à flor da pele

A Poemas é tri!

ROSANE SILVEIRA
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ROSANE SILVEIRA recebeu um presente de elsy myrian
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Às 9:37 em 4 novembro 2009, luzimar xavier disse...
Visite meu blog reivaxramizul.blogspot.com para conhecer meu trabalho e gostaria que me adicionasse à sua lista de amigos, ok?
Em 2:23pm on outubro 31, 2009, elsy myrian deu para ROSANE SILVEIRA um presente...
bjus de luz pra vc
Da Loja de presentes
Às 12:30 em 6 setembro 2009, Suzana Britto disse...
Obrigada por ter você aqui comigo. Sou tua ETERNA admiradora ! Beijos de LUZ !
Às 18:25 em 26 agosto 2009, Fadinha Dinarah disse...
Eu que agradeço pela seu carinho amo muito vc!!!
beijo grande
Às 16:24 em 24 agosto 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Olá! Vim convidar você pra participar do grupo de prosa. Venha conferir e veja como está animada a nossa roda de rposa! Não deixe de dar uma passadinha... puxe umacadeira, e divirta-se! É só clicar no link abaixo!

VAI UMA PROSA AÍ?
Às 22:18 em 31 julho 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Oi! Vai uma prosa ai? Vim convidar você pra prosear com a gente! Venha aumentar a roda da conversa e entre para o grupo "Vai uma prosa aí?", contribuindo com um texto ou com seus comentários. Vamos?
Às 18:11 em 11 junho 2009, Fadinha Dinarah disse...
oi madrinha manda noticias estou sem orkut ...
qualquer coisa mnda seu numero pra mãe viu bjosss e saudades!!!
Às 20:43 em 11 maio 2009, Tabetha Nash disse...
Like what ya see baby, then come see me live on my webcam You'll enjoy it. I promise!!!! freelocalcams.info
Às 20:12 em 7 maio 2009, SIGRID SPOLZINO disse...
Agora Vc. vai ter que vir na minha terra...está convocada assim que possível, aparecer aqui em, Brasília! rs
Baci
Às 1:11 em 31 março 2009, ANTOLOGIA ALMA BRASILEIRA disse...
Oie minha flor!
Saudade !Bjão no coração
"Deus nos ama , Jesus confirma o seu amor e o Espirito Santo nos ilumina aqui na terra"

sandra
 
 

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tecendo arte na rede

Maria Flor da Pele (*)

Maria é uma mulher como outra qualquer. Não foge à regra e tem suas rotinas femininas. Acordar, entrar no banho, tomar um café requentado e passar, rapidamente, margarina na fatia de pão dormido, vestir-se, espremer-se dentro de um ônibus lotado e ir trabalhar. Nos horários de intervalo, corre para aproveitar o tempo. Desvia os olhos das vitrines que liquidam sonhos.
Apesar de cumprir com quase todos os afazeres femininos, Maria foge dos padrões estereotipados de mulher. Por isso, é diferente. Expõe os sentimentos. Não nega que vive equilibrando suas emoções. Fala abertamente de seus desencontros. E se precisar desafia, interroga, enfrenta, chora, berra ou sussurra.
Seu sobrenome é Flor da Pele. Seu hobby é ler e o lazer é participar de saraus. O seu trabalho pode ser a medicina, advocacia, a educação. Seu prazer é fazer poesias. Não para ganhar dinheiro, porque sabe da falta de incentivo para a cultura, mas por paixão. É só ter tempo livre e está teclando com pressa ou escrevendo em um pedaço qualquer de papel versos e rimas.
Essa Maria tem cabelos não muito curtos, ondulados, de cor clara, que prende com uma tiara combinando com a roupa. As suas vestes são um pouco escandalosas, ou melhor, autênticas. É que Maria aprendeu a diferença das palavras e autêntica é uma escandalosa que a gente gosta. Mostra unhas curtas, quase um pouco roídas. Mas sempre pintadas de esmaltes com cores vivas. E ao empinar bem os peitos firmes, afirma, provocando inveja nas outras: “são perfeitos, parecem duas bolas”.
Essa mulher poderosa, charmosa e esbanjando alegria, não resiste a um palco, ainda que não seja exatamente o tradicional. Essa mulher exibida, espetaculosa e que distribui simpatia, sabe declamar muito bem poesias. Essa mulher talentosa e que arranca aplausos, gosta de recitar poesias. E sempre que pode, decora as poesias da comunidade do Orkut “Poemas à Flor da Pele”.
Ela é especial. Poderia ser tantas Marias: Reginas, Helenas, Cristinas, Lúcias... Mas é Maria Flor da Pele, com orgulho. Tanto que anuncia bem alto a sua chegada. Ela é especial. Poderia ser tantas mulheres: indecisas, inseguras, audaciosas, tímidas... Mas é uma mulher que tem poema no seu olhar, no rebolar, no trajar, no perfumar. Com muita vaidade.
Maria Flor da Pele já foi Fernando Pessoa e agradou. É, com frequência Shakespeare, e ouve pedido de bis. É qualquer poeta quando se faz de Estátua Viva nas praças e parques de Porto Alegre, nas ruas de Bento Gonçalves ou praias do Rio de Janeiro.
É Maria por ser um nome quase universal e expressar o sentimento de qualquer mulher. E é Flor da Pele porque é a nova personagem criada pelo ator Marcos Bahrone para se apresentar nos eventos da comunidade “Poemas à Flor da Pele”. Um presente do talentoso Bahrone para as mulheres à flor da pele.
(*) escrito por Márcia Fernanda Peçanha Martins

Saia de saia (*)(**)

Hoje, coloque uma roupa
bem à vontade e saia.
Simplesmente, saia.
Por aí, sem medo.
Desfile como majestade
e convoque toda a laia.
Faça uma gandaia.
Mande até torpedo.
O que vale é se mostrar
com micro ou minissaia.
Vista-se de cobaia.
Escreva o enredo.
Não esconda suas formas
e silencie a vaia.
Fim da maracutaia
do corpo em segredo.
Ninguém tem dono aqui.
E nem lá na praia.
Saia desta tocaia.
Assuste o bruxaredo


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

(**) Em solidariedade às mulheres que já militaram, militam ou ainda precisarão militar pelo feminismo no país e apoio aos movimentos de protesto contra a selvageria praticada com a estudante da Uniban

Apenas um sonho (*)


Vivendo lado a lado contigo
Andávamos de mãos dadas
E nossas almas apaixonadas
Moravam em si, num abrigo

Colhíamos sorrisos no vento
Sementes de amor e alegria
Com a mesma pena, poesia
Inspirados a todo momento

Num laço lindo, tão perfeito
Rolávamos em nosso leito
Amando-nos, tínhamos paz

Eis que um vento com efeito
Desperta-me; a cena desfaz
Era apenas sonho, nada mais...

(Lena Ferreira)

Dia de Finados, 2 de novembro


Isto é saudade (*)

Não te sentir na sala
a cuidar meus passos,
é ficar sem norte.
Isto é saudade.
Não te ceder à mala
e ajeitar teus espaços,
é falta de sorte.
Isto é saudade.

Não ouvir a tua voz
a acalentar meu rumo,
andar sem suporte.
Isto é saudade.
Não esperar por nós
para escrever o resumo,
é não ter aporte.
Isto é saudade.

Não ter teu carinho
a sussurar sentimentos
é quase um corte.
Isto é saudade.
Não tomar um vinho
com os primeiros ventos
me deixa sem porte.
Isto é saudade.

(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins, para o meu irmão que me dói sempre de tanta saudade

Dia de Finados, 2 de novembro

Finados (*)

Eu me lembro da infância...sempre o vento
nesse dia das almas, a silenciar o meu quintal,
flores recolhidas antes de o sol se pôr, atento
cessavam os risos, as vidas saiam do original.

Abraçávamos os colos que nos davam, intrigados
com aqueles olhos que se perdiam num sem-fim,
era um dia solene, separando e dividindo mundos
vivos e mortos se confundiam, tristes, em mim.

Dos cemitérios não sei, não me levavam
mas guardo os cânticos em latim e a cor roxa
e um ritual de velas e orações é que ficaram...

O mesmo vento ainda vêm rondar a minha vida,
das minhas cenas já se foram " almas queridas,
"só hoje entendo, " olhares de vazios'...."

Ana Luiza (coisas de Ana)
 

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