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Poemas à flor da pele
Iniciado por Carmen Lúcia Carvalho. Última resposta de Gilda Miranda Krause 11 Dez.
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Iniciado por Gilda Miranda Krause. Última resposta de Gilda Miranda Krause 28 Nov.
Iniciado por NEWTON DOS SANTOS SILVA. Última resposta de Gilda Miranda Krause 21 Set.
Iniciado por NEWTON DOS SANTOS SILVA. Última resposta de Gilda Miranda Krause 13 Set.


(**)Tom fez "Águas de Março " no sítio da família em Poço Fundo, Rio de Janeiro, em março de 1972. A propriedade estava passando por uma pequena reforma, que consistia basicamente no reforço de um muro. Chovia muito, e a estradinha que levava ao sítio estava enlameada. Neste ambiente de obra, chuva, e lama, Tom escreveu a letra e a música. No folheto que acompanhou a primeira gravação da música, lançada em um encarte da revista "O Pasquim" em 1972, Tom diz que foi inspirado pelos versos iniciais de Olavo Bilac em "O Caçador de Esmeraldas":
"Foi em março, ao findar das chuvas, quase à entrada
Do outono, quando a terra, em sede requeimada,
Bebera longamente as águas da estação
Que, em bandeira, buscando esmeraldas e prata
À frente dos peões filhos da rude mata
Fernão Dias Paes Leme entrou pelo sertão."


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Cada vez mais linda minha flor.
VAI UMA PROSA AÍ?
hoje somente hoje quero cantar a minha alma
na calmaria do meu hoje, minha alma chora vazia
sem por que, clama por alguém, por e estar sozinha
hoje nessa madrugada fria e sem coração passa lentamente
sinto-me enganada, desprotegida pelos abraços que ficaram inertes
sangro por dentro onde ninguém possa ver esse sangue quente escorrer
sinto falta de algo talvez de amar e ser realmente amada por igual
onde esta o amor? que caminho seguiu? com quem caminhou?
há se minhas estranhas pudessem me mostrar a saída dessa angustia
se os meus olhos cansados de segurar as lágrimas que teimam rolar
pelas minhas faces, deixar apenas sobressair as adrenalinas do amor
entrar na magia do momento de amar do somente amar
extirpar a dor, de ser enganada por uma falsa ilusão em meio
dessa escuridão febril dividir o que poderia ser meu com varias fantasias
variadas vestidas com vários tipos de tecidos imaginários de curta duração
onde o nada é muito pouco para que vire trapo esfarrapado trocado
a todo o momento. amores descartáveis depositados no monturo dos nossos corações,
ato do posti marylife
Rô Lopes, minha estimada poetisa, é com imensa alegria que a encontro por aqui. Fiquei muito feliz!
José Bonifácio
Simplesmente, as dimensões da paz e do amor falam, de maneira eficaz e eficiente, no seu belo coração.
Não busque a felicidade, PERMANEÇA FELIZ!
José Bonifácio
Amada e inesquecível poetisa! É uma felicidade marcante participar da sua bela vida poética.
Deus seja louvado! Sucessos minha querida!
José Bonifácio
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