Poemas à flor da pele

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Rose Felliciano
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Da Loja de presentes
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Por este Poeta e Escritor que passa pela dor de ver seu filho preso, apesar de tantas tentativas de tratá-lo. Pela família da moça que passa por essa tragédia, fruto da droga. Que esse interesse todo que o tema despertou não fique só na conversa. Po
novembro 3
Rose Felliciano atualizaram seus perfis
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Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
PRIMAVERA... “No balé das cores, Desfilando orquídeas Vejo minha vida Como reprise... Olhos brilhantes De sonhos tantos... Mágico instante Doce release... Fui primavera De harmonia , beleza Tantas certezas... Bela estação é esta! Mas, de cert…
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REMEMORAR MOR Ler a literatura do Século XIX É buscar em sua estrutura. Conhecer aquela história No espiral da cultura. Mostra que nada mudou Com este tempo moderno. Que tudo continuou Mais parece um inferno. Daquela época a boa ética Hoje já um…
setembro 4
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
Estamos na semana da Pátria e resolvi escrever a respeito do movimento literário do Século XIX. Este assunto foi tema de diversos trabalhos escolares no ano de 2008 e percebi muita dificuldade dos alunos, diante da seguinte pergunta: Por que ler P…
setembro 3
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
Tenho percebido muitas dúvidas em como se tornar um Poeta. O que escrever? Como escrever? Muitos solicitam a análise de seus textos Poéticos, para que tenham orientação de como estão escrevendo. Diante de tantas dúvidas, resolvi escrever este art…
agosto 19
agosto 18
agosto 1
Um convite a postar seus sentimentos também em prosa. Outro formato de expressão literária, que proporciona ao poeta um universo um pouco mais amplo para dizer o que traz no coração. Vamos?
agosto 1
Rose Felliciano entrou no grupo de soninha porto
Espaço para falar da amizade que nos une.
agosto 1
agosto 1
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FECHO OS OLHOS... “Hoje, bem sei que não te quero. Já não és o mesmo que outrora amei... Mas, ainda guardo na lembrança Todas as imagens, esperança De um mundo que se desfez... Já enxergo o que eu não via Não te quero, bem eu sei... Mas, sempr…
junho 25
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
AindaDurmoRoseFelliciano.pps
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Minha querida maninha, O fim sempre doi e deixa marcas. Mas nada que o tempo não possa curar. Belíssimo seu poema! Beijos, Carmen
maio 21
Palavra de mãe é incontestável. E poema de mãe? A do rá vel! Beijo carinhoso, muita saúde, paz e luz nese seu dia e em todos os dias. Geraldo
maio 9
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
SER MÃE... (Rose Felliciano) "Mais que gerar a vida É trazer à vida Ser a acolhida Ensinar a viver.... Muito mais que dar à Luz É mostrar a Luz Luz que conduz e separa das trevas... Mais que ensinar a falar É o que falar, quando falar E a impo…
maio 9
Querida Poeta... Como gostava de sentir a tua presença no meu bolg!... Quem sabe eu não pudesse também escrever um livro com os teus commets!!!
maio 7

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Poeta

DESFECHO


DESFECHO

“Tenho a agradecer-te tanto, tanto...
Encanto especial de amor tão lindo...
Segundos preciosos de pura emoção,
Inspiração à Poesia...

Agradeço-te, ainda que brusca, a separação...
Trevas que eu não via. Mentias...
Desilusão amarga e ainda em lágrimas,
Escrevia...

Fui lua que minguava... (escrevia)
Folhas de outono arrastadas... (escrevia)
E o mundo girando em torno de mim...

Vejo-me então nesse desfecho:
Já nem sei o que escrevo,
Agora que te esqueci... ”(Rose Felliciano)


*Mantenha a autoria do Poema*


*imagem utilizada nesse Poema- desconheço a autoria*

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Rose Felliciano

PRIMAVERA...



PRIMAVERA...


“No balé das cores,
Desfilando orquídeas
Vejo minha vida
Como reprise...

Olhos brilhantes
De sonhos tantos...
Mágico instante
Doce release...

Fui primavera
De harmonia , beleza
Tantas certezas...

Bela estação é esta!
Mas, de certo, agora
Sei apenas que chega... E vai embora...” (Rose F… Continuar

Postado em 12 setembro 2009 às 18:43 ‚Äî

Rose Felliciano

Por que ler Poesias do Século XIX?



Estamos na semana da Pátria e resolvi escrever a respeito do movimento literário do Século XIX. Este assunto foi tema de diversos trabalhos escolares no ano de 2008 e percebi muita dificuldade dos alunos, diante da seguinte pergunta:
Por que ler Poesias do século XIX?
Este artigo é apenas uma pequena c… Continuar

Postado em 3 setembro 2009 às 1:49 ‚Äî 1 Comentário

Rose Felliciano

POETA- Ser ou não ser...Eis a questão!




Tenho percebido muitas dúvidas em como se tornar um Poeta.
O que escrever?
Como escrever?
Muitos solicitam a análise de seus textos Poéticos, para que tenham orientação de como estão escrevendo.
Diante de tantas dúvidas, resolvi escrever este artigo, com algumas informações que consi… Continuar

Postado em 19 agosto 2009 às 1:15 ‚Äî 1 Comentário

Rose Felliciano

FECHO OS OLHOS...



FECHO OS OLHOS...



“Hoje, bem sei que não te quero.
Já não és o mesmo que outrora amei...
Mas, ainda guardo na lembrança
Todas as imagens, esperança
De um mundo que se desfez...

Já enxergo o que eu não via
Não te quero, bem eu sei...
Mas, sempre que a saudade aperta
Fecho os meus olho… Continuar

Postado em 25 junho 2009 às 0:01 ‚Äî 1 Comentário

Rose Felliciano

AINDA DURMO...


AindaDurmoRoseFelliciano.pps

Postado em 19 junho 2009 às 22:46 ‚Äî

Caixa de Recados (17 comentários)

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Em 1:46am on novembro 24, 2009, Gilbamar de Oliveira Bezerra deu para Rose Felliciano um presente...
É bom conquistar amigos e cultivar a fraternidade. Obrigado pelo gentil convite, que prontamente aceitei com muita alegria. Poético abraço do amigo Gilbamar
Da Loja de presentes
Às 17:53 em 26 agosto 2009, Deomídio Neves de Macêdo Neto disse...
Rose Felliciano
Tive o prazer de ler o seu artigo POETA- Ser ou não ser...Eis a questão! achei formidável, estava precisando de ouvir isto. Muitas pessoas precisam ler este artigo. Quero sua autorização para divulgá-lo por onde eu passar.
Agenda de Deomìdio Macêdo:
- Dia 25/08/2009 às 15:00 h Praça da Piedade, com poetas e poetisas de Salvador – BA, Coordenados pelos poetas Geraldo Maia e Bob Baiano.

- Dia 12/09/2009 - Sarau Poético e participação no XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro - Local: Riocentro Avenida Salvador Allende, nº 6.555 – Barra da Tijuca.

- Posteriormente, informarei local e endereço onde será realizado o Sarau Poético do Rio - dia 12/09/2009 – Coordenado por Antônio Poeta – Criador da Revista de Poesia Online – Rio de Janeiro – RJ.

ATENÇÃO GUANAMBIENSES!!! meu conto: VIDAS ENTRELAÇADAS DE UM POVO, que trás a História de Guanambi – BA, com fotos da cidade, está publicado, entre outros contos, na Revista de Poesias Online do Rio de Janeiro – RJ, acessem o site:

http://contenosumconto.blogspot.com/

Site Revista de Poesia Online

http://deomidiomacedo.blogspot.com/

- De 04 a 12/10/2009 - XXIII PSIU POÉTICO da cidade de Montes Claros - MG, onde apresentarei o monólogo JUCA O MENDIGO adaptação da peça teatral Deus Lhe Pague, de Joracy Camargo.

Abraço
Deomídio Macêdo
Às 20:17 em 18 agosto 2009, Albino Santos disse...
Rose... Venho deixar-te um beijo de saudade!...

AL
Às 23:15 em 13 agosto 2009, George Arribas disse...
Estarei aqui no Rio de Janeiro até o dia 16.08, aguardo notícias e contao.
Com carinho,
George Arribas
Às 15:25 em 1 agosto 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Oi! Já viu que a roda de prosa tá animada, não? Obrigada por ter vindo participar. Beijoka!
Às 4:02 em 1 agosto 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Oi! Vamos prosear? Vim te convidar pra entrar no grupo "VAI UMA PROSA AÍ?" e aumentar a roda da conversa contribuindo com seus textos e comentários. Vamos?
Às 1:57 em 19 julho 2009, Rogerio Figueiredo disse...
Uma nuvem indelével que vai e vem, sem deixar rastro. Assim é vc...
Às 2:22 em 6 maio 2009, Marcelo Roque disse...
Adorei o seu cantinho, Rose, um grande beijo !

Marcelo Roque
 
 

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Sagitariana (*)


Uma sagitariana
Tem ares de grande mulher
Teimosa, ousada
Atrevida...

Atrapalhada
Não se deixa vencer
Pelo cansaço
Não sabe ouvir não...

Vence as lágrimas
Que derrama por tudo
Com um riso no próximo minuto

E quando você pensa que ela
Está arrasada
Ressurge feito uma fênix
Perdidamente apaixonada
Pela vida

(*) Sirlei L. Passolongo
(**) peguei um poema da Sirlei, uma sagitariana, para homenagear estas belas mulheres sagitarianas

Dia 8 de dezembro de 1994, morria Tom Jobim


Triste é viver na solidão (*)

Águas de março (**)


É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira

Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira

É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira

Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho

No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando

É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama

É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José

É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão,

É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho

É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão

É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminhoresto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol

(*) brinquedo com a música Triste é viver na solidão

(**)Tom fez "Águas de Março " no sítio da família em Poço Fundo, Rio de Janeiro, em março de 1972. A propriedade estava passando por uma pequena reforma, que consistia basicamente no reforço de um muro. Chovia muito, e a estradinha que levava ao sítio estava enlameada. Neste ambiente de obra, chuva, e lama, Tom escreveu a letra e a música. No folheto que acompanhou a primeira gravação da música, lançada em um encarte da revista "O Pasquim" em 1972, Tom diz que foi inspirado pelos versos iniciais de Olavo Bilac em "O Caçador de Esmeraldas":

"Foi em março, ao findar das chuvas, quase à entrada
Do outono, quando a terra, em sede requeimada,
Bebera longamente as águas da estação
Que, em bandeira, buscando esmeraldas e prata
À frente dos peões filhos da rude mata

Fernão Dias Paes Leme entrou pelo sertão."

Dia 8 de dezembro de 1930, morria Florbela Espanca

Os versos que te fiz (*)(**)

Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer!
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.

Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder ...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer !

Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz!

Amo-te tanto ! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz!

(*) poesia de Florbela Espanca, poeta portuguesa (8 de dezembro de 1894 + 8 de dezembro de 1930)
(**) A homenagem foi feita por Sandra Antoniolli pelos 79 anos morte da mais bela flor do Alentejo...


A imagem que ilustra foi retirada da Internet (desconheço o autor), e mostra a estátua de Florbela Espanca, no Parque dos Poetas, em Vila Viçosa (Alentejo), Portugal

QUERIA...



















QUERIA...


"Queria nem sempre significa passado
Talvez, o imperfeito estado
Em que não se sabe ao certo
Se já se ia, continua ou vai se querer...

Queria, quando se refere ao amor,
É mais um sinal de impotência do que de desejo
É o presente gritando ao passado
O rompimento de algo que não se rompeu.

O ia que se foi
Antes do depois
Que se esperou por vir....

Queria, em alguns casos,
Nem deveria se derivar de verbo
Pois é o estado patético
De não se verbalizar...

Queria é camuflar o querer.
Verbo que nessa hora,
Mais que imperfeito se torna,
Pois não tenho você..." (Rose Felliciano)



*Mantenha a autoria do Poema*

*Imagem utilizada no Poema- desconheço a autoria.


Rose Felliciano


PALHAÇO





Palhaço

Cara esbranquiçada
provoca medo e riso,
cambaleia sem saída
nos enormes sapatos.

Gargalha a freguesia.

Coloridos pingentes
caem dos floreados laços,
dá cambalhotas,
senta e levanta
em desmedida alegria.

Sem borrar a boca vermelha
- aberta de orelha a orelha -.

Cabeleira postiça,
não esconde a careca
só a vida secreta
cheia de provação.

É minúsculo o chapéu,
cruzes negras nos olhos
escondem lágrimas,
só precisa alegrar o povaréu.

Faz rir,
faz chorar,
desperta o sono da criança,
o sonho da infância...

Percebe indiferentes almas,
fareja tristeza,
a inutilidade da fantasia
não engana a doença.

Insistente faz estrepolias,
provoca gargalhadas
desvia, tropeça
bate palmas.
Leva um pontapé
toma bolachada
e cai na solitária coxia.

O show da vida recomeça.





Soninha Porto


 

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