Poemas à flor da pele

A Poemas é tri!

Rose Felliciano
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Últimas atividades

Da Loja de presentes
terça-feira
O amor pela Poesia
novembro 8
Rose Felliciano entrou no grupo de soninha porto
Por este Poeta e Escritor que passa pela dor de ver seu filho preso, apesar de tantas tentativas de tratá-lo. Pela família da moça que passa por essa tragédia, fruto da droga. Que esse interesse todo que o tema despertou não fique só na conversa. Po
novembro 3
Rose Felliciano atualizaram seus perfis
setembro 13
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
PRIMAVERA... “No balé das cores, Desfilando orquídeas Vejo minha vida Como reprise... Olhos brilhantes De sonhos tantos... Mágico instante Doce release... Fui primavera De harmonia , beleza Tantas certezas... Bela estação é esta! Mas, de ce...
setembro 12
REMEMORAR MOR Ler a literatura do Século XIX É buscar em sua estrutura. Conhecer aquela história No espiral da cultura. Mostra que nada mudou Com este tempo moderno. Que tudo continuou Mais parece um inferno. Daquela época a boa ética Hoje já ...
setembro 4
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
Estamos na semana da Pátria e resolvi escrever a respeito do movimento literário do Século XIX. Este assunto foi tema de diversos trabalhos escolares no ano de 2008 e percebi muita dificuldade dos alunos, diante da seguinte pergunta: Por que ler...
setembro 3
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
Tenho percebido muitas dúvidas em como se tornar um Poeta. O que escrever? Como escrever? Muitos solicitam a análise de seus textos Poéticos, para que tenham orientação de como estão escrevendo. Diante de tantas dúvidas, resolvi escrever este a...
agosto 19
agosto 18
agosto 1
Um convite a postar seus sentimentos também em prosa. Outro formato de expressão literária, que proporciona ao poeta um universo um pouco mais amplo para dizer o que traz no coração. Vamos?
agosto 1
Rose Felliciano entrou no grupo de soninha porto
Espaço para falar da amizade que nos une.
agosto 1
agosto 1
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
FECHO OS OLHOS... “Hoje, bem sei que não te quero. Já não és o mesmo que outrora amei... Mas, ainda guardo na lembrança Todas as imagens, esperança De um mundo que se desfez... Já enxergo o que eu não via Não te quero, bem eu sei... Mas, sem...
junho 25
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
AindaDurmoRoseFelliciano.pps
junho 19
Minha querida maninha, O fim sempre doi e deixa marcas. Mas nada que o tempo não possa curar. Belíssimo seu poema! Beijos, Carmen
maio 21
Palavra de mãe é incontestável. E poema de mãe? A do rá vel! Beijo carinhoso, muita saúde, paz e luz nese seu dia e em todos os dias. Geraldo
maio 9
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
SER MÃE... (Rose Felliciano) "Mais que gerar a vida É trazer à vida Ser a acolhida Ensinar a viver.... Muito mais que dar à Luz É mostrar a Luz Luz que conduz e separa das trevas... Mais que ensinar a falar É o que falar, quando falar E a im...
maio 9
Querida Poeta... Como gostava de sentir a tua presença no meu bolg!... Quem sabe eu não pudesse também escrever um livro com os teus commets!!!
maio 7
Rose Felliciano adicionou uma postagem no blog
IRONIA “O tempo nada mais é que um amontoado de dias Juntam-se regras, teorias, frases de efeito... Mas não tem jeito... Todo tempo do mundo ainda é pouco Quando o amor, por simples gosto, Vier brincar com você...” (Rose Felliciano) *Mant...
maio 7

Informações do Perfil

Vc é artista plástico, digital, bailarino(a), ator, escritor ou poeta?
Poeta
blog
http://simplesmente-unica.blogspot.com/
blog
www.rosefelliciano.com

DESFECHO


DESFECHO

“Tenho a agradecer-te tanto, tanto...
Encanto especial de amor tão lindo...
Segundos preciosos de pura emoção,
Inspiração à Poesia...

Agradeço-te, ainda que brusca, a separação...
Trevas que eu não via. Mentias...
Desilusão amarga e ainda em lágrimas,
Escrevia...

Fui lua que minguava... (escrevia)
Folhas de outono arrastadas... (escrevia)
E o mundo girando em torno de mim...

Vejo-me então nesse desfecho:
Já nem sei o que escrevo,
Agora que te esqueci... ”(Rose Felliciano)


*Mantenha a autoria do Poema*


*imagem utilizada nesse Poema- desconheço a autoria*

Blog de Rose Felliciano

Rose Felliciano

PRIMAVERA...



PRIMAVERA...


“No balé das cores,
Desfilando orquídeas
Vejo minha vida
Como reprise...

Olhos brilhantes
De sonhos tantos...
Mágico instante
Doce release...

Fui primavera
De harmonia , beleza
Tantas certezas...

Bela estação é esta!
Mas, de certo, agora
Sei apenas que chega... E vai embora...” (Rose F… Continuar

Postado em 12 setembro 2009 às 18:43 ‚Äî

Rose Felliciano

Por que ler Poesias do Século XIX?



Estamos na semana da Pátria e resolvi escrever a respeito do movimento literário do Século XIX. Este assunto foi tema de diversos trabalhos escolares no ano de 2008 e percebi muita dificuldade dos alunos, diante da seguinte pergunta:
Por que ler Poesias do século XIX?
Este artigo é apenas uma pequena c… Continuar

Postado em 3 setembro 2009 às 1:49 ‚Äî 1 Comentário

Rose Felliciano

POETA- Ser ou não ser...Eis a questão!




Tenho percebido muitas dúvidas em como se tornar um Poeta.
O que escrever?
Como escrever?
Muitos solicitam a análise de seus textos Poéticos, para que tenham orientação de como estão escrevendo.
Diante de tantas dúvidas, resolvi escrever este artigo, com algumas informações que consi… Continuar

Postado em 19 agosto 2009 às 1:15 ‚Äî 1 Comentário

Rose Felliciano

FECHO OS OLHOS...



FECHO OS OLHOS...



“Hoje, bem sei que não te quero.
Já não és o mesmo que outrora amei...
Mas, ainda guardo na lembrança
Todas as imagens, esperança
De um mundo que se desfez...

Já enxergo o que eu não via
Não te quero, bem eu sei...
Mas, sempre que a saudade aperta
Fecho os meus olho… Continuar

Postado em 25 junho 2009 às 0:01 ‚Äî 1 Comentário

Rose Felliciano

AINDA DURMO...


AindaDurmoRoseFelliciano.pps

Postado em 19 junho 2009 às 22:46 ‚Äî

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Em 1:46am on novembro 24, 2009, Gilbamar de Oliveira Bezerra deu para Rose Felliciano um presente...
É bom conquistar amigos e cultivar a fraternidade. Obrigado pelo gentil convite, que prontamente aceitei com muita alegria. Poético abraço do amigo Gilbamar
Da Loja de presentes
Às 17:53 em 26 agosto 2009, Deomídio Neves de Macêdo Neto disse...
Rose Felliciano
Tive o prazer de ler o seu artigo POETA- Ser ou não ser...Eis a questão! achei formidável, estava precisando de ouvir isto. Muitas pessoas precisam ler este artigo. Quero sua autorização para divulgá-lo por onde eu passar.
Agenda de Deomìdio Macêdo:
- Dia 25/08/2009 às 15:00 h Praça da Piedade, com poetas e poetisas de Salvador – BA, Coordenados pelos poetas Geraldo Maia e Bob Baiano.

- Dia 12/09/2009 - Sarau Poético e participação no XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro - Local: Riocentro Avenida Salvador Allende, nº 6.555 – Barra da Tijuca.

- Posteriormente, informarei local e endereço onde será realizado o Sarau Poético do Rio - dia 12/09/2009 – Coordenado por Antônio Poeta – Criador da Revista de Poesia Online – Rio de Janeiro – RJ.

ATENÇÃO GUANAMBIENSES!!! meu conto: VIDAS ENTRELAÇADAS DE UM POVO, que trás a História de Guanambi – BA, com fotos da cidade, está publicado, entre outros contos, na Revista de Poesias Online do Rio de Janeiro – RJ, acessem o site:

http://contenosumconto.blogspot.com/

Site Revista de Poesia Online

http://deomidiomacedo.blogspot.com/

- De 04 a 12/10/2009 - XXIII PSIU POÉTICO da cidade de Montes Claros - MG, onde apresentarei o monólogo JUCA O MENDIGO adaptação da peça teatral Deus Lhe Pague, de Joracy Camargo.

Abraço
Deomídio Macêdo
Às 20:17 em 18 agosto 2009, Albino Santos disse...
Rose... Venho deixar-te um beijo de saudade!...

AL
Às 23:15 em 13 agosto 2009, George Arribas disse...
Estarei aqui no Rio de Janeiro até o dia 16.08, aguardo notícias e contao.
Com carinho,
George Arribas
Às 15:25 em 1 agosto 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Oi! Já viu que a roda de prosa tá animada, não? Obrigada por ter vindo participar. Beijoka!
Às 4:02 em 1 agosto 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Oi! Vamos prosear? Vim te convidar pra entrar no grupo "VAI UMA PROSA AÍ?" e aumentar a roda da conversa contribuindo com seus textos e comentários. Vamos?
Às 1:57 em 19 julho 2009, Rogerio Figueiredo disse...
Uma nuvem indelével que vai e vem, sem deixar rastro. Assim é vc...
Às 2:22 em 6 maio 2009, Marcelo Roque disse...
Adorei o seu cantinho, Rose, um grande beijo !

Marcelo Roque
Às 21:52 em 3 maio 2009, Úrsula Avner disse...
Oi Rose querida , que alegria te encontrar aqui também neste adorável espaço. Lindo o poema " Desfecho " que é mais uma de suas pérolas da poesia. Bjs com carinho.
Às 21:33 em 22 abril 2009, Albino Santos disse...
Teus olhos bondosos... são eles que te fazem olhar com emoção os meus poemas!

Um beijo Rose!
 
 

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Tania Tome adicionou uma discussão
Showesia é um conceito e movimento criado e divulgado pela Tania que designa Show/ espectáculo de Poesia, um evento cultural que incorpora poesia, declamação de poesia e todas as outras formas de expressão artística, tais como dança tradicional e ...
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Completamente silaba e verso para um poema urgente
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Tania Tome Completamente silaba e verso para um poema urgente
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Luiz Fernando Prôa atualizaram suas fotos do perfil
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Da Loja de presentes
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Soena Monteiro de Oliveira adicionou uma postagem no blog
Vazio do nada, vazio do tudo... Transbordando de alegria, tristeza derramando Longe geograficamente, dentro do coração! Certeza de amar, dúvida de ser amada... Ser amiga, sentir solidão... Certeza do sol, dúvida da lua Buscando... Fugindo Che...
2 horas atrás
5 horas atrás

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tecendo arte na rede

Maria Flor da Pele (*)

Maria é uma mulher como outra qualquer. Não foge à regra e tem suas rotinas femininas. Acordar, entrar no banho, tomar um café requentado e passar, rapidamente, margarina na fatia de pão dormido, vestir-se, espremer-se dentro de um ônibus lotado e ir trabalhar. Nos horários de intervalo, corre para aproveitar o tempo. Desvia os olhos das vitrines que liquidam sonhos.
Apesar de cumprir com quase todos os afazeres femininos, Maria foge dos padrões estereotipados de mulher. Por isso, é diferente. Expõe os sentimentos. Não nega que vive equilibrando suas emoções. Fala abertamente de seus desencontros. E se precisar desafia, interroga, enfrenta, chora, berra ou sussurra.
Seu sobrenome é Flor da Pele. Seu hobby é ler e o lazer é participar de saraus. O seu trabalho pode ser a medicina, advocacia, a educação. Seu prazer é fazer poesias. Não para ganhar dinheiro, porque sabe da falta de incentivo para a cultura, mas por paixão. É só ter tempo livre e está teclando com pressa ou escrevendo em um pedaço qualquer de papel versos e rimas.
Essa Maria tem cabelos não muito curtos, ondulados, de cor clara, que prende com uma tiara combinando com a roupa. As suas vestes são um pouco escandalosas, ou melhor, autênticas. É que Maria aprendeu a diferença das palavras e autêntica é uma escandalosa que a gente gosta. Mostra unhas curtas, quase um pouco roídas. Mas sempre pintadas de esmaltes com cores vivas. E ao empinar bem os peitos firmes, afirma, provocando inveja nas outras: “são perfeitos, parecem duas bolas”.
Essa mulher poderosa, charmosa e esbanjando alegria, não resiste a um palco, ainda que não seja exatamente o tradicional. Essa mulher exibida, espetaculosa e que distribui simpatia, sabe declamar muito bem poesias. Essa mulher talentosa e que arranca aplausos, gosta de recitar poesias. E sempre que pode, decora as poesias da comunidade do Orkut “Poemas à Flor da Pele”.
Ela é especial. Poderia ser tantas Marias: Reginas, Helenas, Cristinas, Lúcias... Mas é Maria Flor da Pele, com orgulho. Tanto que anuncia bem alto a sua chegada. Ela é especial. Poderia ser tantas mulheres: indecisas, inseguras, audaciosas, tímidas... Mas é uma mulher que tem poema no seu olhar, no rebolar, no trajar, no perfumar. Com muita vaidade.
Maria Flor da Pele já foi Fernando Pessoa e agradou. É, com frequência Shakespeare, e ouve pedido de bis. É qualquer poeta quando se faz de Estátua Viva nas praças e parques de Porto Alegre, nas ruas de Bento Gonçalves ou praias do Rio de Janeiro.
É Maria por ser um nome quase universal e expressar o sentimento de qualquer mulher. E é Flor da Pele porque é a nova personagem criada pelo ator Marcos Bahrone para se apresentar nos eventos da comunidade “Poemas à Flor da Pele”. Um presente do talentoso Bahrone para as mulheres à flor da pele.
(*) escrito por Márcia Fernanda Peçanha Martins

Saia de saia (*)(**)

Hoje, coloque uma roupa
bem à vontade e saia.
Simplesmente, saia.
Por aí, sem medo.
Desfile como majestade
e convoque toda a laia.
Faça uma gandaia.
Mande até torpedo.
O que vale é se mostrar
com micro ou minissaia.
Vista-se de cobaia.
Escreva o enredo.
Não esconda suas formas
e silencie a vaia.
Fim da maracutaia
do corpo em segredo.
Ninguém tem dono aqui.
E nem lá na praia.
Saia desta tocaia.
Assuste o bruxaredo


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

(**) Em solidariedade às mulheres que já militaram, militam ou ainda precisarão militar pelo feminismo no país e apoio aos movimentos de protesto contra a selvageria praticada com a estudante da Uniban

Apenas um sonho (*)


Vivendo lado a lado contigo
Andávamos de mãos dadas
E nossas almas apaixonadas
Moravam em si, num abrigo

Colhíamos sorrisos no vento
Sementes de amor e alegria
Com a mesma pena, poesia
Inspirados a todo momento

Num laço lindo, tão perfeito
Rolávamos em nosso leito
Amando-nos, tínhamos paz

Eis que um vento com efeito
Desperta-me; a cena desfaz
Era apenas sonho, nada mais...

(Lena Ferreira)

Dia de Finados, 2 de novembro


Isto é saudade (*)

Não te sentir na sala
a cuidar meus passos,
é ficar sem norte.
Isto é saudade.
Não te ceder à mala
e ajeitar teus espaços,
é falta de sorte.
Isto é saudade.

Não ouvir a tua voz
a acalentar meu rumo,
andar sem suporte.
Isto é saudade.
Não esperar por nós
para escrever o resumo,
é não ter aporte.
Isto é saudade.

Não ter teu carinho
a sussurar sentimentos
é quase um corte.
Isto é saudade.
Não tomar um vinho
com os primeiros ventos
me deixa sem porte.
Isto é saudade.

(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins, para o meu irmão que me dói sempre de tanta saudade

Dia de Finados, 2 de novembro

Finados (*)

Eu me lembro da infância...sempre o vento
nesse dia das almas, a silenciar o meu quintal,
flores recolhidas antes de o sol se pôr, atento
cessavam os risos, as vidas saiam do original.

Abraçávamos os colos que nos davam, intrigados
com aqueles olhos que se perdiam num sem-fim,
era um dia solene, separando e dividindo mundos
vivos e mortos se confundiam, tristes, em mim.

Dos cemitérios não sei, não me levavam
mas guardo os cânticos em latim e a cor roxa
e um ritual de velas e orações é que ficaram...

O mesmo vento ainda vêm rondar a minha vida,
das minhas cenas já se foram " almas queridas,
"só hoje entendo, " olhares de vazios'...."

Ana Luiza (coisas de Ana)
 

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