Poemas à flor da pele

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Vera Salbego
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Vera Salbego entrou no grupo de soninha porto
Poetas, escritores, aprendizes, curiosos: Escrevam sobre o que der na cabeça, mas escrevam.
sexta-feira
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Bom final de semana.bjs no coração de todos.
novembro 6
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novembro 6
Vida Vida que fazer Pra poder viver Bem com ela. Vida ilusão Ou paixão Apenas sonho Vida sonho ou realidade Basta viver para poder sobreviver. Vera Salbego
outubro 29
Minha Flor Minha flor da noite És bela em tua essência Encanta teu jeito de ser. Flor da noite Tu abres tuas pétalas Para esbanjar tua beleza. Flor traz encanto E beleza a vida. Vera Salbego Amigas tentei .bjs.
outubro 29
Vera Salbego entrou no grupo de Roseane
O indriso é um poema composto de dois tercetos e duas estrofes de verso único (3-3-1-1), que permite um uso livre da rima e o número de sílabas nos seus versos.
outubro 29
Vera Salbego adicionou um presente à sua própria página de perfil
Da Loja de presentes
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Poetisa e Escritora
TERRINHA AMADA...

Oh!Que saudade eu sinto.
Da minha terra amada
Onde nasci.

Terra de todos os sonhos
Terra de meus amores.

Onde o Rio Uruguai
Desliza fazendo divisa
Com a Argentina.
Banhando a terra querida.

Terra, Uruguaiana.
Terra de grandes poetas.
Terra de minhas origens.

VERA SALBEGO
RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS
Homenagem a Uruguaiana RS

http://verasalbego.zip.net


EM MIM...

Que fazer se não estás?
Por onde ir
Se não te vejo?
Bobagem!
Estás tão perto;
É só olhar
Pra mim mesma e
Encontrar-te!

Eu te amo
Transpondo todos
Os pontos do universo,
Transgredindo todas
As leis do mundo
Desprezando todas
As razões da filosofia.

Eu te amo
Como bicho animal
Sabendo-me ferina
Voraz,vento
Que avassala,
Carrega,
Modifica...


Eu te amo
Qual nunca amou
E jamais amaria!

O´ ,te afastas
Só o espaço da volta!
Para que eu te encontre
Sempre no mesmo lugar:

Em mim!




Vera Salbego. D.A.Reservados
Poesia do Livro Caminhos






QUERO ESCREVER
Vera Salbego

Quero escrever
Ao ser humano
Algo que o faça
Despertar
Para o mundo.
Que o faça parar
De destruir a natureza.
E tomar consciência
Que a natureza é o pulmão
Do mundo.
E de nossa existência.
E dela precisamos
Para nossa sobrevivência
Neste planeta terra.

Vamos unir nossas forças
E tentar salvar
O que resta ainda
Da nossa Floresta Amazônica
De nossa Mata Atlântica.

Vamos plantar mais árvores
E preservar a vida
Do nosso planeta.
Unindo forças no mundo todo
A Natureza será preservada
Para as novas gerações
Conhecer a beleza da Fauna e Flora
De nossa Terra.
Assim, escrevo com a consciência.
De poeta e o coração de ser humano.
Para espalhar aos quatro ventos
A sinfonia do amor a Natureza.

POESIA DE VERA SALBEGO.
DIREITOS AUTORAIS





Fotos de Vera Salbego

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Blog de Vera Salbego

Vera Salbego

I SARAU POÉTICO SANTA RITA IN VERSOS E POETAS DEL MUNDO

Postado em 30 setembro 2009 às 19:09 ‚Äî

Vera Salbego

Meu Corpo



Meu corpo te chama a todo instante
Tem carência de você
Pois amo teu carinho
Nosso envolvimento

Teu corpo doce loucura
Abranda minhas ansiedades
Faz tremer minhas bases

Teu corpo que delicia
Macio e suave
Como se fosse seda
Em cada toque meu

Nós sobre a cama
Parecemos duas fadas
Cantando nosso am… Continuar

Postado em 24 setembro 2009 às 13:02 ‚Äî

Vera Salbego

Antologia da Academia de Letras de Porto Alegre

Título do Livro: Escritos Vol. II

A Academia de Letras e Artes de Porto Alegre está produzindo sua 1ª coletânea oficial para ser lançada na Feira do Livro de Porto Alegre. Esta publicação também é aberta aos sócios e não-sócios. Aos interessados em participar com textos (poesias, crônicas, contos, artigos) abaixo explicamos as regras para a publicação:



- Será aberta a sócios e não-sócios;

- o lançamento será na Feira do Livro;

- Está previsto também um relançamento durante um dos saraus de… Continuar

Postado em 16 setembro 2009 às 17:40 ‚Äî

Vera Salbego

Por quê?

Por que usar drogas
Basta fazer exercícios físicos
Ler um bom livro
E bater um bom papo com a galera sadia
Faça de seus dias
Dias belos e com cores especiais
Não quer ler!
Pinte um quadro
Faça de sua vida uma eterna aventura Cultural
Assim estarás longe das drogas
E fazendo um mundo melhor.

Vera Salbego
Terça-feira 8/9/09

Postado em 8 setembro 2009 às 19:50 ‚Äî

Vera Salbego

LISTA DE TODOS OS APROVADOS PARA MEMBRO CORRESPONDENTE DA A.C.L.A.C

Terça-feira, 25 de Agosto de 2009
LISTA DE TODOS OS APROVADOS PARA MEMBRO CORRESPONDENTE DA A.C.L.A.C






1- Afonso Estebanez Stael. – Cantagalo-RJ/Niterói-RJ.
2- Alberto Mazza – Taubaté-SP.
3-Ana Cristina Mendes Gomes (Cris Dakinis) – São Pedro da Aldeia-RJ.
4- Antônio Seixas. – Magé-RJ.
5- Anthony Mohammad Abu Kalil – São Paulo-SP.
6-- Carlos Eduardo Rodrigues Bonito. - Praia Grande-SP.
7- Daniela da Silva Lopes Barbosa – Cabo Frio-RJ/Niterói-RJ.
8-Denise Fernando Machado. – Rio de Janeiro-R… Continuar

Postado em 4 setembro 2009 às 22:31 ‚Äî

Caixa de Recados (14 comentários)

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Em 5:50pm on outubro 22, 2009, Vera Salbego adicionou um presente a seu próprio perfil...
Adoro vcs meus amigos das Letras!!Vamos incentivar a juventude para o caminho da Leitura,pois assim estaremos afastando do caminho das drogas.bjs a todos.Vera Salbego
Da Loja de presentes
Às 10:12 em 20 outubro 2009, José Vilmar de Medeiros disse...
Vera o livro Caminhos é de tua autoria, queres trocar, eu tenho ReTalhos, quem sabe?
Às 10:06 em 20 outubro 2009, José Vilmar de Medeiros disse...
Vera andei ausente, mas acho q um irmão teu serviu comigo em Uruguaiana,Sgt Salbego, perdi contato. Vou seguidamente em Uruguaiana, tomara consiga te encontrar. bjs
Às 13:38 em 10 outubro 2009, Chico Araujo disse...
Bom dia, Vera. Rasgo o tempo de trabalho para inaugurar um instante de poesia.


no corre-corre da vida
ela não corre...
abrimos frestas
por onde ela se espraia
se espuma, se espanta,
se esfuma
a seu tempo

pelos ditames das horas
dos minutos
vamos abrindo mão
de nossos pulsares
de nossos amares
de nossos amores:
a vida está e não a vemos...

no traçado urgente de um verso
o traslado pungente ao reverso
geramos um novo momento
inauguramos nova era
rasgamos a trilha às cegas...
somos, então, o deus de nossa vida
tecida a palavras, bendita, sem pressa...

Chico Araujo
Às 19:48 em 30 setembro 2009, José Vilmar de Medeiros disse...
Oi Vera, tens algum parentesco com os Salbegos de Uruguaiana
Às 12:08 em 30 setembro 2009, Chico Araujo disse...
Olá, Vera. Aceito com prazer seu convite para constar como amigo em sua página. O trabalho tem me deixado numa correria grande, por isso estou devendo algumas prosas por aqui. Em breve, faremos uma pausa na labuta para esticarmos a prosa.

Abraço do Chico.
Às 15:31 em 25 agosto 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Obrigada querida, por sua presença importante para todos nós. Espero que aprecie a prosa, que tá soltinha, soltinha... Beijoka!
Às 16:18 em 24 agosto 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Olá! Vim convidar você pra participar do grupo de prosa. Venha conferir e veja como está animada a nossa roda de rposa! Não deixe de dar uma passadinha... puxe umacadeira, e divirta-se! É só clicar no link abaixo!

VAI UMA PROSA AÍ?
Às 22:25 em 31 julho 2009, Gilda Miranda Krause disse...
Oi! Vai uma prosa ai? Vim convidar você pra prosear com a gente! Venha aumentar a roda da conversa e entre para o grupo "Vai uma prosa aí?", contribuindo com um texto ou com seus comentários. Vamos?
Às 19:25 em 20 maio 2009, Pedro Alves Fernandes disse...
Quem eu sou…

Um viajante pelo caminho primordial, com a sabedoria de um bom peregrino, na percepção espiritual e na placidez da comunicação.
Esta minha religiosidade tem a sua filosofia!
Pela eficiência na afirmação determinada do Sentido das palavras, pelo poder do consciente...
Sou por vezes hostil ao que me rodeia, obtenho a liberação e renuncio-me a qualquer condenação, ressentimento contra quem quer que seja.




«Sou aquele,
Que nele abre a janela,
Entre a alma e o coração,
No papel descreve o mundo dele,
Abrindo as asas á emoção...»

A Minha Autenticidade


Sou franco e conheço-me bem:
Tenho confiança nas minhas capacidades; é por isso, encontro sempre uma nova lucidez através do tempo de cada pensamento.
Algumas vezes confronto-me com duas posturas; contradição e arrependimento e, acabo na definição de outro conceito vindo com muita motivação.
Não sou diversificado, tenho uma identidade ou parcialidade própria como qualquer outra pessoa.


Quem disse que eu tenho que ir ou fazer?
Sou autêntico levando a vida da melhor maneira;
Não vivo com o que os outros dizem;
Não aceito imposições de determinados modelos,
E levo a vida como quero;
Ajo de acordo com as minhas convicções,
Percorro todas as ocasiões de me satisfazer…


Quando tudo muda,
È porque mudei alguma coisa.
Foi a evolução da ideia da consciência,
Que exigiu mudar os factos.


Por vezes sou imprevisível
E com um pensamento constante
Coerente, audaz e da forma mais positiva
Concilio os actos, as palavras do que é indesejado.
Não sei fingir para não ferir…
Não sou definitivo nas palavras,
Sou franco e sei reconhecer os erros.
Assumo os meus defeitos,
Procuro a dignidade à medida que vou pensando…

A controvérsia é uma mutabilidade
E não a suporto como a incompatibilidade.
Não suporto alguém que me seja indesejado
Tão pouco, o seu snobismo e fraude moral.
Nunca casaria só por agradar à família.
Sigo o realismo para atingir os objectivos.
o percurso da minha existência com satisfação


A dimensão da minha coragem faz-me arriscar a vida.
Faz-me abandonar a comodidade, deixando-me no fundo,
Como eu desejo ser…
Minha percepção é autêntica e frequente;
Prevê as distâncias e tudo que está subjacente:
A saúde, e tudo mais que, possa revelarem convenientes.

Não me engano facilmente
Não interfiro com a coerência
Nem sequer com qualquer distancia
Muito menos no que creio
E no que se torna demasiado.

Sou vaidoso fraco e realista com astúcia e escrúpulos.
Enfrento as dificuldades com as minhas capacidades,
Como personagem decisiva, complexa e contraditória,
Apesar de ter alguma torpeza na minha autenticidade.
 
 

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tecendo arte na rede

Maria Flor da Pele (*)

Maria é uma mulher como outra qualquer. Não foge à regra e tem suas rotinas femininas. Acordar, entrar no banho, tomar um café requentado e passar, rapidamente, margarina na fatia de pão dormido, vestir-se, espremer-se dentro de um ônibus lotado e ir trabalhar. Nos horários de intervalo, corre para aproveitar o tempo. Desvia os olhos das vitrines que liquidam sonhos.
Apesar de cumprir com quase todos os afazeres femininos, Maria foge dos padrões estereotipados de mulher. Por isso, é diferente. Expõe os sentimentos. Não nega que vive equilibrando suas emoções. Fala abertamente de seus desencontros. E se precisar desafia, interroga, enfrenta, chora, berra ou sussurra.
Seu sobrenome é Flor da Pele. Seu hobby é ler e o lazer é participar de saraus. O seu trabalho pode ser a medicina, advocacia, a educação. Seu prazer é fazer poesias. Não para ganhar dinheiro, porque sabe da falta de incentivo para a cultura, mas por paixão. É só ter tempo livre e está teclando com pressa ou escrevendo em um pedaço qualquer de papel versos e rimas.
Essa Maria tem cabelos não muito curtos, ondulados, de cor clara, que prende com uma tiara combinando com a roupa. As suas vestes são um pouco escandalosas, ou melhor, autênticas. É que Maria aprendeu a diferença das palavras e autêntica é uma escandalosa que a gente gosta. Mostra unhas curtas, quase um pouco roídas. Mas sempre pintadas de esmaltes com cores vivas. E ao empinar bem os peitos firmes, afirma, provocando inveja nas outras: “são perfeitos, parecem duas bolas”.
Essa mulher poderosa, charmosa e esbanjando alegria, não resiste a um palco, ainda que não seja exatamente o tradicional. Essa mulher exibida, espetaculosa e que distribui simpatia, sabe declamar muito bem poesias. Essa mulher talentosa e que arranca aplausos, gosta de recitar poesias. E sempre que pode, decora as poesias da comunidade do Orkut “Poemas à Flor da Pele”.
Ela é especial. Poderia ser tantas Marias: Reginas, Helenas, Cristinas, Lúcias... Mas é Maria Flor da Pele, com orgulho. Tanto que anuncia bem alto a sua chegada. Ela é especial. Poderia ser tantas mulheres: indecisas, inseguras, audaciosas, tímidas... Mas é uma mulher que tem poema no seu olhar, no rebolar, no trajar, no perfumar. Com muita vaidade.
Maria Flor da Pele já foi Fernando Pessoa e agradou. É, com frequência Shakespeare, e ouve pedido de bis. É qualquer poeta quando se faz de Estátua Viva nas praças e parques de Porto Alegre, nas ruas de Bento Gonçalves ou praias do Rio de Janeiro.
É Maria por ser um nome quase universal e expressar o sentimento de qualquer mulher. E é Flor da Pele porque é a nova personagem criada pelo ator Marcos Bahrone para se apresentar nos eventos da comunidade “Poemas à Flor da Pele”. Um presente do talentoso Bahrone para as mulheres à flor da pele.
(*) escrito por Márcia Fernanda Peçanha Martins

Saia de saia (*)(**)

Hoje, coloque uma roupa
bem à vontade e saia.
Simplesmente, saia.
Por aí, sem medo.
Desfile como majestade
e convoque toda a laia.
Faça uma gandaia.
Mande até torpedo.
O que vale é se mostrar
com micro ou minissaia.
Vista-se de cobaia.
Escreva o enredo.
Não esconda suas formas
e silencie a vaia.
Fim da maracutaia
do corpo em segredo.
Ninguém tem dono aqui.
E nem lá na praia.
Saia desta tocaia.
Assuste o bruxaredo


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

(**) Em solidariedade às mulheres que já militaram, militam ou ainda precisarão militar pelo feminismo no país e apoio aos movimentos de protesto contra a selvageria praticada com a estudante da Uniban

Apenas um sonho (*)


Vivendo lado a lado contigo
Andávamos de mãos dadas
E nossas almas apaixonadas
Moravam em si, num abrigo

Colhíamos sorrisos no vento
Sementes de amor e alegria
Com a mesma pena, poesia
Inspirados a todo momento

Num laço lindo, tão perfeito
Rolávamos em nosso leito
Amando-nos, tínhamos paz

Eis que um vento com efeito
Desperta-me; a cena desfaz
Era apenas sonho, nada mais...

(Lena Ferreira)

Dia de Finados, 2 de novembro


Isto é saudade (*)

Não te sentir na sala
a cuidar meus passos,
é ficar sem norte.
Isto é saudade.
Não te ceder à mala
e ajeitar teus espaços,
é falta de sorte.
Isto é saudade.

Não ouvir a tua voz
a acalentar meu rumo,
andar sem suporte.
Isto é saudade.
Não esperar por nós
para escrever o resumo,
é não ter aporte.
Isto é saudade.

Não ter teu carinho
a sussurar sentimentos
é quase um corte.
Isto é saudade.
Não tomar um vinho
com os primeiros ventos
me deixa sem porte.
Isto é saudade.

(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins, para o meu irmão que me dói sempre de tanta saudade

Dia de Finados, 2 de novembro

Finados (*)

Eu me lembro da infância...sempre o vento
nesse dia das almas, a silenciar o meu quintal,
flores recolhidas antes de o sol se pôr, atento
cessavam os risos, as vidas saiam do original.

Abraçávamos os colos que nos davam, intrigados
com aqueles olhos que se perdiam num sem-fim,
era um dia solene, separando e dividindo mundos
vivos e mortos se confundiam, tristes, em mim.

Dos cemitérios não sei, não me levavam
mas guardo os cânticos em latim e a cor roxa
e um ritual de velas e orações é que ficaram...

O mesmo vento ainda vêm rondar a minha vida,
das minhas cenas já se foram " almas queridas,
"só hoje entendo, " olhares de vazios'...."

Ana Luiza (coisas de Ana)
 

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