Poemas à flor da pele

A Poemas é tri!

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Soena Monteiro de Oliveira MULHER SEM TRAUMA

Outro dia “ouvi’ de um homem maduro. Dono de um currículo invejável, estava a procura... De uma mulher sem trauma! Parece inacreditável... Existem homens que sonham... com o impossível, ou estão navegando na doce utopia! As possibilidades de encontrar tal criatura, são um tanto limitadas... Talvez um jovem rec… Continuar

Adicionado por Soena Monteiro de Oliveira em 22 novembro 2009 às 17:50 — Sem comentários

katya Cilene Eros...

Seus cabelos soltos ao vento Brilhantes como raio de sol Imagem que ofusca meu pensamento E que me cega como um farol Como és belo quando sorri Seus olhos ainda me encantam Ás vezes penso que morri E que pro céu querubins me levantam Deus grego materializado Neste corpo que quero demais Serei um ser mais que realizado Quando seu corpo ancorar em meu cais. Sonho um dia poder lhe dar Todo amor que trago comigo Quando meu corpo o seu encontrar O mundo todo corre perigo O mundo pode se transform… Continuar

Adicionado por katya Cilene em 22 novembro 2009 às 13:15 — Sem comentários

Soena Monteiro de Oliveira NOS CÔMODOS...

CASA INTERIOR Nos cômodos do meu interior... A sala da ESPERANÇA fica no andar superior! Ao lado tem uma BIBLIOTECA. Nesta guardo todos meus arquivos, onde lembro que brincava de boneca! Da sacada, quando triste ou alegre, contemplo o horizonte da minha vida! As expe… Continuar

Adicionado por Soena Monteiro de Oliveira em 21 novembro 2009 às 23:30 — Sem comentários

Katarina Madeira Recomecei

Recomecei -Katarina Madeira- Recomecei a escrever Nas horas em que sozinha Minha mente voava deslumbrada P'la Lua até então enevoada Nos caminhos percorridos P'la incerteza das horas vividas P'lo desbravar sentido das palavras No tempo em que sem tempo definhava Na aurora reluzente Das primaveras vividas… Continuar

Adicionado por Katarina Madeira em 21 novembro 2009 às 22:00 — Sem comentários

Katarina Madeira Recomecei

Recomecei -Katarina Madeira- Recomecei a escrever Nas horas em que sozinha Minha mente voava deslumbrada P'la Lua até então enevoada Nos caminhos percorridos P'la incerteza das horas vividas P'lo desbravar sentido das palavras No tempo em que sem tempo definhava Na aurora reluzente Das primaveras vividas… Continuar

Adicionado por Katarina Madeira em 21 novembro 2009 às 22:00 — Sem comentários

Susie Sun MY RAINBOW HEART - BY SUSIE SUN (clike aki p/ AMPLIAR)

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Adicionado por Susie Sun em 21 novembro 2009 às 21:18 — Sem comentários

Soena Monteiro de Oliveira VULCÃO REVOLTO

Triturados, afogados Guardados na autoclave Macerados pelo tempo. Templo sagrado Sentimentos trancados. Vulcão revolto, pronto para voar... Inércia contida Vontade enrustida Tempo diluído... Tempo não vivido! Continuar

Adicionado por Soena Monteiro de Oliveira em 21 novembro 2009 às 17:12 — Sem comentários

Roseane O sim e o NÃO - Prosa Poética

O sim e o não Querer teu sim... Foi como um sonho, A vontade do tempo que se reduz em pó. Querer teu sorriso, Teu dia preciso, O teu paraíso, Instalado no fundo do meu olhar. Sim, querer o teu sim. Foi te querer, Foi sonhar. Querer tua voz, Grave, Qual vício dos dias, Das horas vazias,… Continuar

Adicionado por Roseane em 20 novembro 2009 às 22:30 — Sem comentários

Roseane Para um cravo - Carta e poesia

Para um CRAVO... Quando um coração faz carta para outro, é como um leva e trás de beija-flor, Como mandar pela asa do vento um aroma sutil da presença. Qual envelopar saudades e postar nas caravelas perdidas no oceano da distância. Quero nas poucas e tenras pétalas do meu escrever, dizer d… Continuar

Adicionado por Roseane em 20 novembro 2009 às 22:22 — Sem comentários

Susie Sun HEY!!!! .........Psssssiiiuuuu....

HEY!!!! .........Psssssiiiuuuu.... Você pode me ouvir? Tanto ruído em sua mente Quanto barulho no teu Ser Que paralisado te vejo Existem questionamentos Que de nada adiantam Já que se formam sobre Respostas que já existem Dentro de tua alma imortal São perguntas vazias Perguntas não geram nova realidade São apenas instrumentos de busca Para o q
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Adicionado por Susie Sun em 20 novembro 2009 às 22:07 — Sem comentários

Susie Sun GRÃOS DE AREIA NO CASTELO DA ÉTICA

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Adicionado por Susie Sun em 20 novembro 2009 às 21:37 — Sem comentários

Susie Sun TUA ALMA

Example
Tua alma é uma luz - não a extingas...

Tua alma é uma harpa - não a destemperes...

Tua alma é um espelho - não o embacies...

Tua alma é uma flor - não a deixes murchar...

Tua alma é uma fonte - não lhe turves as águas...
Tua alma é um santuário - não o profanes... Tua alma é um poema - não lhe roubes a poesia... Tua alma é uma
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Adicionado por Susie Sun em 20 novembro 2009 às 21:31 — Sem comentários

Roberto Uchoa Pressão

Pressão, Lábios secos, Transpiração, Membros frios, Mãos trêmulas, Vejo flashes, Cabeça vai explodir Sinto veias dilatadas, Pressiono Como se’u pudesse deter, será um AVC ? Mal consigo Segurar o vidro Quatro comprimidos, conto até mil Mais dois, nemhum efeito, será que vai resolver Meia hora, o tContinuar

Adicionado por Roberto Uchoa em 20 novembro 2009 às 11:00 — Sem comentários

Roberto Uchoa Além dos muros

Éramos jovens naquele verão de 76, jogávamos basquete, esperávamos o recomeço das aulas... Entre os muros do colégio, riamos, e nos entreolhávamos, a mente a divagar... Quando com olhar de professor, me perguntou, apontando para um ponto vazio: “O que vês ali, Roberto?” Espantado e desatento respondi: “O muContinuar

Adicionado por Roberto Uchoa em 20 novembro 2009 às 11:00 — Sem comentários

Roberto Uchoa Lobo-alfa

O lobo-alfa, remarca seu território todos os dias, mesmo que seja empunhando a pena, não deixa espaço para hienas... Continuar

Adicionado por Roberto Uchoa em 20 novembro 2009 às 11:00 — Sem comentários

Susie Sun Book of Our Love – Rebirth (COM TRADUÇÃO) -Clike aki p/ AMPLIAR

TRADUÇÃO: O Livro do nosso Amor - Renascimento A cada página virada no livro do meu coração surgem capítulos de sonhos Sua poesia se transforma em luminosos sorrisos da alma minha Imagens coloridas tocadas por suas palavras abraçam minha existência quando o amor fala através de sua voz Suas palavras como gotas cintilantes de paixão consomem me
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Adicionado por Susie Sun em 19 novembro 2009 às 21:00 — Sem comentários

Susie Sun UM ENCONTRO ALÉM DO ARCO-ÍRIS (clike aki p/ AMPLIAR)

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Adicionado por Susie Sun em 19 novembro 2009 às 20:56 — Sem comentários

Susie Sun OLHAR PARA ENTÃO TOCAR

Tocar numa flor como se tocaria num elefante, provavelmente danificaria a flor. Quando quero tocar um Ser, por necessidade de alguma epécie de troca, entendo que não posso usar o mesmo toque uniformizado, penso que antes devo olhar, no aspecto de comprrender e assimilar o que é meu desejo tocar; não se toca da mesma maneira uma flor, um gato, um c
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Adicionado por Susie Sun em 19 novembro 2009 às 20:55 — Sem comentários

Susie Sun NEM SANTA NEM PECADORA

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Adicionado por Susie Sun em 19 novembro 2009 às 20:46 — Sem comentários

Aniversários

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Dilean de Bragança Para meus versos : Juntos somos fortes!!
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soniiinha, como se faz para participar do concurso? Beijao, bom domingo
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Há mais de três anos estamos realizando concursos para criação literária em nossa comunidade no orkut. E de lá pra cá vários poetas se destacaram.
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tecendo arte na rede

Maria Flor da Pele (*)

Maria é uma mulher como outra qualquer. Não foge à regra e tem suas rotinas femininas. Acordar, entrar no banho, tomar um café requentado e passar, rapidamente, margarina na fatia de pão dormido, vestir-se, espremer-se dentro de um ônibus lotado e ir trabalhar. Nos horários de intervalo, corre para aproveitar o tempo. Desvia os olhos das vitrines que liquidam sonhos.
Apesar de cumprir com quase todos os afazeres femininos, Maria foge dos padrões estereotipados de mulher. Por isso, é diferente. Expõe os sentimentos. Não nega que vive equilibrando suas emoções. Fala abertamente de seus desencontros. E se precisar desafia, interroga, enfrenta, chora, berra ou sussurra.
Seu sobrenome é Flor da Pele. Seu hobby é ler e o lazer é participar de saraus. O seu trabalho pode ser a medicina, advocacia, a educação. Seu prazer é fazer poesias. Não para ganhar dinheiro, porque sabe da falta de incentivo para a cultura, mas por paixão. É só ter tempo livre e está teclando com pressa ou escrevendo em um pedaço qualquer de papel versos e rimas.
Essa Maria tem cabelos não muito curtos, ondulados, de cor clara, que prende com uma tiara combinando com a roupa. As suas vestes são um pouco escandalosas, ou melhor, autênticas. É que Maria aprendeu a diferença das palavras e autêntica é uma escandalosa que a gente gosta. Mostra unhas curtas, quase um pouco roídas. Mas sempre pintadas de esmaltes com cores vivas. E ao empinar bem os peitos firmes, afirma, provocando inveja nas outras: “são perfeitos, parecem duas bolas”.
Essa mulher poderosa, charmosa e esbanjando alegria, não resiste a um palco, ainda que não seja exatamente o tradicional. Essa mulher exibida, espetaculosa e que distribui simpatia, sabe declamar muito bem poesias. Essa mulher talentosa e que arranca aplausos, gosta de recitar poesias. E sempre que pode, decora as poesias da comunidade do Orkut “Poemas à Flor da Pele”.
Ela é especial. Poderia ser tantas Marias: Reginas, Helenas, Cristinas, Lúcias... Mas é Maria Flor da Pele, com orgulho. Tanto que anuncia bem alto a sua chegada. Ela é especial. Poderia ser tantas mulheres: indecisas, inseguras, audaciosas, tímidas... Mas é uma mulher que tem poema no seu olhar, no rebolar, no trajar, no perfumar. Com muita vaidade.
Maria Flor da Pele já foi Fernando Pessoa e agradou. É, com frequência Shakespeare, e ouve pedido de bis. É qualquer poeta quando se faz de Estátua Viva nas praças e parques de Porto Alegre, nas ruas de Bento Gonçalves ou praias do Rio de Janeiro.
É Maria por ser um nome quase universal e expressar o sentimento de qualquer mulher. E é Flor da Pele porque é a nova personagem criada pelo ator Marcos Bahrone para se apresentar nos eventos da comunidade “Poemas à Flor da Pele”. Um presente do talentoso Bahrone para as mulheres à flor da pele.
(*) escrito por Márcia Fernanda Peçanha Martins

Saia de saia (*)(**)

Hoje, coloque uma roupa
bem à vontade e saia.
Simplesmente, saia.
Por aí, sem medo.
Desfile como majestade
e convoque toda a laia.
Faça uma gandaia.
Mande até torpedo.
O que vale é se mostrar
com micro ou minissaia.
Vista-se de cobaia.
Escreva o enredo.
Não esconda suas formas
e silencie a vaia.
Fim da maracutaia
do corpo em segredo.
Ninguém tem dono aqui.
E nem lá na praia.
Saia desta tocaia.
Assuste o bruxaredo


(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins

(**) Em solidariedade às mulheres que já militaram, militam ou ainda precisarão militar pelo feminismo no país e apoio aos movimentos de protesto contra a selvageria praticada com a estudante da Uniban

Apenas um sonho (*)


Vivendo lado a lado contigo
Andávamos de mãos dadas
E nossas almas apaixonadas
Moravam em si, num abrigo

Colhíamos sorrisos no vento
Sementes de amor e alegria
Com a mesma pena, poesia
Inspirados a todo momento

Num laço lindo, tão perfeito
Rolávamos em nosso leito
Amando-nos, tínhamos paz

Eis que um vento com efeito
Desperta-me; a cena desfaz
Era apenas sonho, nada mais...

(Lena Ferreira)

Dia de Finados, 2 de novembro


Isto é saudade (*)

Não te sentir na sala
a cuidar meus passos,
é ficar sem norte.
Isto é saudade.
Não te ceder à mala
e ajeitar teus espaços,
é falta de sorte.
Isto é saudade.

Não ouvir a tua voz
a acalentar meu rumo,
andar sem suporte.
Isto é saudade.
Não esperar por nós
para escrever o resumo,
é não ter aporte.
Isto é saudade.

Não ter teu carinho
a sussurar sentimentos
é quase um corte.
Isto é saudade.
Não tomar um vinho
com os primeiros ventos
me deixa sem porte.
Isto é saudade.

(*) Márcia Fernanda Peçanha Martins, para o meu irmão que me dói sempre de tanta saudade

Dia de Finados, 2 de novembro

Finados (*)

Eu me lembro da infância...sempre o vento
nesse dia das almas, a silenciar o meu quintal,
flores recolhidas antes de o sol se pôr, atento
cessavam os risos, as vidas saiam do original.

Abraçávamos os colos que nos davam, intrigados
com aqueles olhos que se perdiam num sem-fim,
era um dia solene, separando e dividindo mundos
vivos e mortos se confundiam, tristes, em mim.

Dos cemitérios não sei, não me levavam
mas guardo os cânticos em latim e a cor roxa
e um ritual de velas e orações é que ficaram...

O mesmo vento ainda vêm rondar a minha vida,
das minhas cenas já se foram " almas queridas,
"só hoje entendo, " olhares de vazios'...."

Ana Luiza (coisas de Ana)

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